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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Softer permite criar pranchas de comunicação

O AraBoard é um software desenvolvido para criação, edição e execução de pranchas de comunicação digitalmente, visando auxiliar pessoas com determinadas condições, como, por exemplo, a paralisia cerebral e o autismo, que costumam apresentar dificuldades na comunicação. Nesses casos, recursos de Tecnologia Assistiva, especificamente as pranchas de comunicação, permitem uma forma alternativa de comunicação, onde a pessoa não precisa necessariamente utilizar linguagem oral para se expressar. As pranchas podem ser confeccionadas de diversas maneiras, e geralmente apresentam elementos gráficos (símbolos, ilustrações, pictogramas, fotografias) associados a uma determinada palavra. No AraBoard, a prancha é composta por palavras associadas a elementos gráficos e sons. O software pode ser utilizado em computadores com sistema operacional Windows, e em tablets ou smartphones com sistema operacional Android. Fonte
Portal IG Fonte Secundária:
Portal Nacional de Tecnologia Assistiva https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/2016/07/28/softer-permite-criar-pranchas-de-comunicacao/

Metropolitan Museum of Art: estratégias de acessibilidade

O Metropolitan Museum of Art possui uma entrada alternativa acessível e sinalizada, preservando a arquitetura Os programas de acesso de um dos maiores e mais importantes museus do mundo – o The Metropolitan Museum of Art, de Nova Iorque – são concebidos para ir além da acessibilidade e garantir, de fato, a inclusão de seus visitantes com deficiência. As atuais leis norte-americanas exigem que as organizações públicas ofereçam condições adequadas para que pessoas com deficiência sejam capazes de trabalhar, receber educação e participar da vida cultural de suas comunidades. Por isso, é prática comum em instituições de arte oferecer recursos como audiodescrição, dispositivos de escuta assistida, intérpretes de língua de sinais e banheiros acessíveis. No entanto, esses serviços muitas vezes não fazem parte de um esforço integrado da entidade em estabelecer padrões de acessibilidade em todos os níveis organizacionais. Frequentemente, falta o entendimento de que a inclusão exige profunda reflexão e planejamento minucioso. Desde a década de 1990, o Desenho Universal tem servido como referência para o Metropolitan Museum of Art. Adaptamos os princípios da concepção ao contexto de um museu, com o objetivo de “desenvolver produtos e ambientes a serem utilizados por todas pessoas, na máxima extensão possível, sem a necessidade de adaptação ou projeto especializado para pessoas com deficiência ”. A seguir, destaco brevemente como esse trabalho foi realizado. Metropolitan Museum of Art: diálogo com o público e representatividade Quando digo às pessoas o que faço no Metropolitan Museum of Art, frequentemente ouço: “Oh, é um bom trabalho”. Essa frase muitas vezes indica, implicitamente, uma perspectiva de caridade; e faz parte do desenvolvimento de programas para visitantes com deficiência desafiar suposições e expectativas que nós, como indivíduos e como sociedade, internalizamos ao longo dos séculos. Quando ouço pessoas usando o termo “diferentemente-capazes” para se referir a pessoas com deficiência, eu estremeço mais ainda do que quando usam “incapazes”. Ao menos, com esta última palavra, posso explicar brevemente que seu uso não é politicamente correto. Já com “diferentemente-capazes”, eu preciso esclarecer o que é um eufemismo e ressaltar que o termo não empodera pessoas com deficiência, mas, ao contrário, as deprecia. Como pessoa cega, a expressão, para mim, insinua que posso descobrir meios para compensar o fato de que não consigo ver. Ela está me forçando a fazer tudo ficar bem: eu não posso enxergar, mas posso fazer outra coisa. Implicitamente, essa outra coisa deve ser extraordinária. Pessoas com deficiência são o único grupo minoritário do qual qualquer um de nós pode passar a fazer parte a qualquer momento da vida. Negar a experiência da deficiência é, em última instância, negar as complexidades do ser humano. É mais uma vez colocar o ônus sobre a pessoa ao invés de reconhecer que a deficiência é “um fenômeno complexo, que reflete a interação entre as características do corpo e as características da sociedade em que ele ou ela vive. [E que] superar as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência requer intervenções para eliminar as barreiras ambientais e sociais”. Como tudo isso pode ser relevante para o Metropolitan Museum of Art? O desenvolvimento de programas para pessoas com deficiência demanda que os educadores de museus prestem atenção às complexidades de ser humano e de colaborar com seu público. Não se trata de servir pessoas, mas de estar em diálogo com os nossos visitantes. Como disse Paulo Freire: “Não podemos, a não ser ingenuamente, esperar resultados positivos de um programa, seja educativo num sentido mais técnico ou de ação política, se, desrespeitando a particular visão do mundo que tenha ou esteja tendo o povo, se constitui numa espécie de ‘invasão cultural’, ainda que feita com a melhor das intenções”. Nesse esforço, o Metropolitan Museum of Art contrata diversos funcionários e educadores com deficiência. Todos os projetos para a comunidade surda são ministrados por surdos. Toda vez que realizamos pesquisas formais ou informais, os participantes nos dizem como é importante para eles participar de ações ministradas por um falante nativo. É tanto sobre como fazer o museu representar mais os seus visitantes, quanto sobre como desafiar expectativas. Um dos educadores com deficiência auditiva, por exemplo, atua regularmente como mediador no “Conversas na galeria” – atividade interativa com o objetivo de envolver o visitante diretamente com obras de arte por meio de conversações lideradas por curadores, educadores e especialistas convidados. Mais recentemente, dois artistas, um cego e outro com visão parcial, foram contratados para atuar nos programas de acesso, nas “Conversas na galeria” e nas aulas de desenho para todos os visitantes. Também temos parcerias com organizações e colegas em toda Nova Iorque para pensar como o museu pode ser um lugar mais acolhedor, confortável e relevante. Uma das relações mais longas do Metropolitan Museum of Art é com a escola de música Filomen M. D’ Agostino Greenberg, da Lighthouse Guild – organização dedicada à reabilitação de pessoas com deficiência visual e à defesa dos direitos dos cegos. Nos últimos 20 anos, o Metropolitan Museum of Art tem sediado os concertos da entidade, nos quais cantores e músicos cegos ou com deficiência visual executam canções inspiradas nas coleções do museu. Essas conexões são mutuamente benéficas. Metropolitan Museum of Art: estratégias multissensoriais O compromisso do Metropolitan Museum of Art para tornar suas exposições acessíveis é baseado na crença de que “todos têm o direito de participar plenamente da vida cultural de sua comunidade ”. Pessoas com e sem deficiência frequentam museus em busca de experiências educacionais significativas com a arte. Como observado por um participante do estudo “Speaking out on Art and Museums”, realizado junto a visitantes de museus cegos ou com baixa visão em 2011: “Na maioria das vezes eu vou sozinho, ou mesmo se eu vou com outra pessoa eu tendo a circular sozinho, porque dessa forma eu posso realmente focar na arte”. Outros vêm ou desejam se encontrar com amigos: “Para mim é geralmente socializar e conversar com colegas sobre a exposição e o artista”, disse outro entrevistado. As ações do Metropolitan Museum of Art são planejadas de modo a oferecer flexibilidade para os visitantes com deficiência. Como as falas acima nos mostram, diferentes públicos têm diferentes preferências. Por exemplo, um visitante que é cego ou que tem deficiência visual pode participar de um programa agendado na galeria, de uma aula de desenho ou ainda pode solicitar um tour descritivo individual em uma exposição ou coleção específica. Nós também nos esforçamos para fornecer acesso a informações e obras de arte em formatos alternativos; material impresso com letra ampliada fica disponível na entrada das exposições ou os visitantes podem pegar um audioguia. Os visitantes com deficiência visual e cegos podem experenciar a coleção através de tours de toque, audiodescrição ou sessões de manipulação. Todos nossos projetos incentivam o uso dos sentidos para acessar e fazer conexões com obras de arte. Embora as estratégias multissensoriais têm sido muito utilizadas em museus de ciência, apenas recentemente as instituições de arte passaram a explorar seu potencial e a redefinir suas oportunidades de aprendizagem para todos os visitantes. O Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque está constantemente aperfeiçoando seus programas, tendo em vista as constantes mudanças de demografia, de legislação, de cultura e de tecnologia. Os programas de acesso do museu são apenas um aspecto de um trabalho que nos faz pensar na inclusão de dentro para fora. por Marie Clapot Fonte:
Blog turismo acessível Fonte Secundária: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva
https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/2016/07/28/metropolitan-museum-of-art-estrategias-de-acessibilidade/

Vídeo Criado Por Jovens Do Interact Club De Três Pontas Faz Sucesso Na Internet Ao Combater Preconceitos

Vídeo Criado Por Jovens Do Interact Club De Três Pontas Faz Sucesso Na Internet Ao Combater Preconceitos Desenvolver projetos humanitários é uma das causas abraçadas pelo Interact Club, capazes de promover mudanças positivas em nível local e até internacional. Interact Club Três Pontas 1 Integrantes do Interact Club de Três Pontas levantam a bandeira contra o preconceito Seguindo esta linha de atuação, jovens trespontanos integrantes do clube desenvolveram um projeto que tem recebido muitos elogios e que, com certeza, ajuda na formação de uma sociedade mais justa e igualitária. Com auxílio de uma agência de publicidade, eles criaram o vídeo “Quebrando Tabus”, cujo objetivo é combater estereótipos e preconceitos criados pela sociedade. Interact Club Três Pontas 2 Mesma causa – O fotógrafo norte-americano Joel Parés retrata em série homens e mulheres mais representativos nos EUA. Trabalho mostra que imagem formada sem conhecimento pode não condizer à realidade (Fonte: portal vírgula uol) “Convidamos algumas pessoas que não se encaixam nos padrões criados pela sociedade e elas se apresentam brevemente. Quando são reveladas, a surpresa é geral. Assim, mostramos que as diferenças são singularidades”, explica Sara Paula Pádua. “As pessoas, muitas vezes, levam em consideração a aparência, o comportamento, a sexualidade, a condição financeira e passam a ver o outro de forma equivocada, supondo algo que o outro não é”, continua a Presidente do Interact Club de Três Pontas. O vídeo, postado há cerca de um mês via Facebook, superou a marca de 10 mil visualizações. “Agradecemos a todos que se dispuseram a participar. Obrigada a todos os envolvidos, obrigada à Yehh Design pela parceria e obrigada a todos que nos ajudam a mostrar que os pressupostos não podem se sobressair à verdadeira essência de cada ser humano “, encerra Sara Pádua. Acompanhe o vídeo e quebre tabus. https://www.facebook.com/yehhdesign/videos/1736937813248711/ (Foto página principal: Ilustrativa Net) Fonte: Portal Sintonize Aqui: http://www.sintonizeaqui.com.br/video-criado-por-jovens-do-interact-club-de-tres-pontas-faz-sucesso-na-internet-ao-combater-preconceitos/

segunda-feira, 25 de julho de 2016

11.11.2015 Deficiente físico com carro em seu nome pode pedir benefício mesmo se veículo for dirigido por terceiros A advogada Samira Fonseca conseguiu a isenção do IPVA 15 dias depois de impetrar ação para beneficicar o filho, Gabriel, 7 anos (foto: Milena Aurea / A Cidade) A advogada Samira Fonseca conseguiu a isenção do IPVA 15 dias depois de impetrar ação para beneficicar o filho, Gabriel, 7 anos (foto: Milena Aurea / A Cidade) Se você tem um deficiente físico na família, poderá ganhar o direito de ter isenção no IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) mesmo se o carro não for dirigido por ele. Essa conquista, no entanto, precisa ser intermediada pela Justiça. Em Ribeirão Preto, a Justiça não só tem concedido o benefício a familiares de deficientes físico como estendido os benefício a todos os portadores de necessidades especiais que necessitam se locomover, mas não são habilitadas para dirigir. O pedido de isenção do IPVA tem chegado com frequência ao Judiciário e, na maioria dos casos, tem tido decisões favoráveis. Somente na 2ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão. Só no último mês a Justiça concedeu três liminares em favor dos deficientes. Segundo a Comissão da Pessoa com Deficiência da OAB, praticamente 100% dos deficientes físicos nessa situação conseguem o benefício. A demanda judicial surgiu porque a lei estadual que disciplina a isenção do IPVA permite a concessão do benefício somente se o veículo for conduzido pela pessoa com deficiência física. Se o carro for dirigido por terceiros, o deficiente perde esse direito. Em um dos casos mais recentes que deu entrada na Defensoria Pública de Ribeirão, o órgão obteve na Justiça uma liminar após o deficiente ter o seu direito de isenção de IPVA negado pela Secretaria da Fazenda. “Trata-se de uma norma de caráter social e inclusiva, pretendendo a facilitação da locomoção da pessoa com deficiência, pautada na acessibilidade e nos princípios constitucionais da inclusão da pessoa com deficiência e da isonomia”, justificou o defensor público Paulo Giostri, autor da ação. Interpretação Na decisão liminar, a juíza Lucilene Aparecida Canella de Melo, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão, disse ser necessário interpretar a norma para reconhecer que o deficiente físico não apto a dirigir o veículo também seja beneficiado com a isenção do imposto. “Embora a norma disciplinadora do IPVA contemple a isenção do referido imposto apenas para as pessoas portadoras de necessidades especiais habilitadas para dirigir veículo automotor, a interpretação sistemática do ordenamento jurídico conduz ao raciocínio de que tal benefício deve se estender também aos portadores de necessidades especiais não condutores, que se encontram nas mesmas condições daqueles ou, muitas vezes, em situação até mais desfavorável”, justificou a magistrada em sua decisão. É o caso da advogada Samira Fonseca. Ela entrou na Justiça há dois anos para conseguir a isenção do pagamento do IPVA do veículo que está em nome do seu filho, hoje com 7 anos de idade. É ela que utiliza o carro para transportar Gabriel. Quinze dias após o ingresso da ação judicial, a advogada conseguiu a liminar a isentando do pagamento. Criança obtém benefício Mãe de uma criança autista, a advogada Samira Fonseca entrou na Justiça há dois anos para conseguir a isenção do pagamento do IPVA do veículo que está em nome do seu filho, hoje com 7 anos de idade. É ela que utiliza o carro para transportar Gabriel. A partir do ingresso da ação, conta, a Justiça demorou apenas 15 dias para conceder uma liminar concedendo a isenção do imposto. A cada ano, o valor de R$ 2 mil referente ao IPVA não está sendo pago. “A possibilidade de ganho para quem entra com esse tipo de ação beira os 100%. Tem que entrar com processo, porque a lei não garante esse direito”, esclarece Samira, que é coordenadora da Comissão da Pessoa com Deficiência da OAB. A advogada frisa, no entanto, que o cliente deve ser bem orientado. “Ele deve procurar um advogado especialista em direitos da pessoa com deficiência”, destaca. Em primeiro lugar, caso o carro não esteja no nome do deficiente é preciso fazer a transferência. Bahia isenta todos Um decreto do governo do Estado da Bahia, em vigência desde o último dia 10 de abril, data de sua publicação, ampliou a isenção do IPVA para portadores de deficiências física, visual, mental e autismo. O decreto 16.032 permite que o portador de deficiência se torne beneficiário sem que necessariamente seja o condutor do veículo. De acordo com a nova regra, cada beneficiário pode indicar até três condutores para dirigir o veículo. Em apenas quatro meses – de abril a agosto, 832 pessoas portadoras de necessidades especiais pediram a isenção do imposto à Secretaria da Fazenda da Bahia. Igual A exemplo do que ocorro no Estado de são Paulo, a isenção do IPVA na Bahia era concedida, antes, apenas ao condutor de veículo adaptado para portador de deficiência física, visando diminuir os custos de quem precisasse adequar seu carro. A isenção a outros deficientes tem sido concedida pela Justiça em outras cidades paulistas também. Só vale para o condutor Apesar das reiteradas decisões judiciais favorecendo familiares de deficientes, a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual da Fazenda afirmou que no Estado de São Paulo a isenção só é concedida pela pasta se o deficiente físico for o condutor. O A Cidade solicitou à pasta o número de pedidos judiciais a secretaria recebe ao mês referentes à demanda judicial proveniente de familiares que clamam pelo benefício, mas o Estado não informou. De acordo com a assessoria de imprensa da Procuradoria Geral do Estado, não há condições de providenciar esse levantamento porque se trata de processos individuais. isenção no ipva Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/ Fonte secundária:
Deficiente ciente:
http://www.deficienteciente.com.br/justica-concede-isencao-de-ipva-para-quem-tem-deficiente-na-familia.html#.V5UAW_6m31g.facebook

quarta-feira, 20 de julho de 2016

CCSL de São Carlos desenvolve pesquisa com tecnologia assistiva

O Professor Carlos Monaco, do CCSL-ICMC, vem desenvolvendo um sistema baseado em software livre para o auxílio a pessoas com deficiência visual. Trata-se de um sistema de detecção de objetos que apresenta sinais sonoros para o usuário através de fone de ouvido; esses sinais lhe permitem identificar a posição no espaço desses objetos. O protótipo já está funcionando e o projeto conta com a participação de um usuário que colabora nos ajustes do sistema. O projeto foi objeto de matéria no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 15/07/2016 Fonte: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Convite: ENCONTRO DA "FRENTE SULMINEIRA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA"

Convite: Descrição Da Foto: ENCONTRO DA "FRENTE SULMINEIRA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA" DIA: 17/08/2016 (Quarta-Feira) HORÁRIO: 08h00min às 15h00min LOCAL: Campus da UNIFAL ENdErEÇO: Avenida Celina Ferreira Ottoni, 4000 - Padre Vitor. Programação: 08h00min - Café 08h45min - Abertura 09h00min - Exposição: Credenciamento de Veículos/Estacionamento em Vaga Especial - Eduardo Sepini - Chefe DEMUTRAN 10h00min - Intervalo 10h30min - Exposição: Plano Diretor - Vereador Rogério Bueno 12h00min - Almoço 13h00min - Plenária com informações gerais / Palavra aberta 15h00min - Encerramento Informações pelo telefone: 3222-8211 (Tatiele ou Fabíola). Realização: CODEVA / Prefeitura de Varginha / Câmara Municipal de Varginha Apoio: WEspanha / UNIFAL-Varginha / Autotrans / Unimed Varginha / Pedreira Santo Antônio / Água Doce Cachaçaria / Grupo UNIS. Varginha - MG Rua Santa Catarina, 40 - Policlínica Central - CEP: 37014-150 - TEL/FAX: (35) 3222-8211 - CNPJ: 09.230.109/0001-90 Site: www.codevavarginha.com.br - E-mail: codevamg@yahoo.com.br

Pelo Brasil: ITS Brasil contrata profissionais técnicos de Emprego Apoiado

Técnico de Emprego Apoiado (Assistente de Recursos Humanos) Quantidade de Vagas: 13 Nível de Escolaridade: Terapeuta Ocupacional/Fisioterapeuta/Técnico de Segurança do Trabalho/Assistente Social/Psicólogo Com disponibilidade de Horário pois podem ocorrer trabalhos a noite e aos sábados. 90% do tempo é externo Experiência: Com pessoas com deficiência, ou Moradores de Rua, ou RH de Empresas, ou APD, ou Libras ou Reabilitação Tem que morar em São Paulo Capital e ter fácil acesso a locomoção publica. Contato com os vários sistemas de reabilitação. Atuação com tecnologia assistida seria o ideal. Independência para atuar e circular. Experiência com pessoas com deficiência e na área da saúde (SER/Posto/Hospital) Horário de Trabalho: 40 horas semanais Salário Inicial: 2800,00 Benefícios: VT e VR(330,00 mês) Enviar currículo para o e-mail: selecao@gestaohumana.com.br Fonte: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/2016/07/18/its-brasil-contrata-profissionais-tecnicos-de-emprego-apoiado/

sábado, 16 de julho de 2016

Farmácia Popular é obrigada a fornecer fraldas de graça para pessoas com deficiência

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, decidiu nessa quinta-feira (14) manter decisão da Justiça Federal que obriga o Programa Farmácia Popular do Brasil, do Ministério da Saúde, a fornecer gratuitamente fraldas descartáveis a pessoas com deficiência. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), a decisão deve gerar impacto de R$ 2 bilhões por ano nas finanças públicas, valor equivalente a praticamente todo o orçamento anual do programa. Na decisão, Lewandowski rejeitou recurso da AGU para barrar a decisão de Justiça Federal, por entender que o Estado deve garantir a proteção às pessoas com deficiência. Sobre a questão financeira, o ministro entendeu que não ficou comprovado no processo “o perigo de grave lesão aos valores da ordem e economia públicas”. “Por isso, se existente risco de dano à saúde pública, este seria inverso, caracterizado pela afronta ao postulado da dignidade da pessoa humana e às disposições constitucionais que garantem às pessoas com deficiência o amparo do Estado para o gozo do direito fundamental à saúde”, decidiu o presidente do STF. No recurso, a AGU também informou ao Supremo que o Programa Farmácia Popular do Brasil não fornece fraldas gratuitamente e que idosos recebem o benefício em função do Estatuto do Idoso. Segundo os advogados públicos, farmácias privadas devem observar diversos critérios para serem ressarcidas posteriormente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O programa foi criado pelo Ministério da Saúde para ampliar o acesso da população a medicamentos por meio de rede própria de farmácias ou parcerias com drogarias privadas. A reportagem entrou em contato com o Ministério da Saúde, que informou que irá recorrer da decisão. Da Agência Brasil Fonte: Portal Bhaz

[doc] do final de semana: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Comunicação Alternativa como método de inclusão: Você se sente pronto?

 Equipe Educamundo Um dos grandes fatores de transformação do mundo hoje, é com certeza, a Comunicação. As tecnologias, redes sociais, internet, tudo conspira para que, cada vez mais, estejamos conectados, bem informados, com mais acesso à tudo o que nos interessa e também aquilo que não tem muita importância. Mas, infelizmente, há um grupo de pessoas que está à margem deste processo. Parece lugar-comum e, infelizmente, é. Feche os olhos por alguns instantantes,  antes de continuar com a leitura, e perceberá que estes poucos instantes demorarão muito mais para passar, do que se estivesse lendo o texto, ou apreciando alguma paisagem, retrato, pintura ou televisão. A percepção do mundo mudaria completamente e em seguida, começaria a tentar perceber as coisas pelos sons, ou pelo tato. Da mesma maneira, se pressionar fortemente as mãos contra os ouvidos, de maneira a reduzir quase que totalmente sua audição. Agora sua busca de informações terá que acontecer por outros meios que não o áudio. A visão seria a primeira opção, tentar ler os lábios, ou algo assim.  Então, como se sentiu? Experimentou todas essas sensações? Foi tudo bem ou passou por algum desconforto?  Pois isso que você vivenciou agora é apenas uma centelha da sensação pela qual passam diariamente as pessoas com Deficiência. E observe que eu só simulei duas condições, a de um cego e de um surdo. Há muitas outras pessoas que diante destas dificuldades, precisam se comunicar, e também precisam que nos comuniquemos com elas de maneira a sermos bem compreendidos. São surdos-mudos, cegos de nascença ou não, parciais ou não, portadores de algum tipo de deficiência mental, autismo etc. Para eles, a Comunicação Alternativa  é o que vai aproximá-las da nossa convivência. O que é Comunicação Alternativa? É um conjunto de práticas comunicativas, que junta vários recursos para ajudar as pessoas que não possuem fala nem escrita funcional, ou que não possuam habilidades de se comunicar satisfatoriamente em razão de deficiência ou enfermidade. Teve origem nos anos 70 e com o passar do tempo foi se aperfeiçoando e revelando-se uma grande necessidade para a sociedade contemporânea. O objetivo maior destas ações é tornar a pessoa com problemas de comunicação a mais independente possível, aumentando suas possibilidades de interação com a sociedade em geral. Quando a expressão pela voz não existe, a comunicação acontece por outros meios, e por isso são utilizados todos os recursos possíveis para que a mensagem chegue ao seu receptor com ampla compreensão.  Muitos profissionais, e de diferentes áreas estão envolvidos para aperfeiçoar essa prática. São pedagogos, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, médicos de várias especialidades, professores, enfim, muita gente interessada em promover a inclusão destas pessoas. Eles se atualizam constantemente, além das formações acadêmicas ligadas à área, estão em constante processo de intercâmbio através de congressos, formações, cursos online e todas as formas possíveis de fazer com que a Comunicação Alternativa acompanhe o ritmo da vida contemporânea. E claro, não podemos esquecer que essas informações são de grande interesse e devem ser absorvidas, especialmente, pelos pais e responsáveis das pessoas com dificuldades de comunicação. A Comunicação Alternativa também é conhecida como Comunicação Ampliada e Alternativa e ainda como Comunicação Suplementar e Alternativa. Como estar preparado para a Comunicação Alternativa? Nas práticas de Comunicação Alternativa, cada pessoa necessitará de um tratamento específico, a utilização correta de uma das diversas técnicas ou tecnologias disponíveis. Você deve conhecer, por exemplo, a famosa linguagem de sinais, e sabe que ela é utilizada especialmente para surdos-mudos, parciais ou totais. Ou ainda o Código Braille, usado para que os cegos possam ler. Nunca devemos esquecer que estamos lidando com seres humanos, e que não bastam simplesmente utilizar técnicas e recursos de qualquer maneira, sem fundamentação nem conhecimento a respeito da história destas pessoas. É necessário conhecer seus desejos, suas características físicas e psicomotoras, sua família, seu convívio social e a partir disso construir a dinâmica e escolher os melhores recursos para melhor utilizar a Comunicação Alternativa. Os resultados serão muito melhores se tomarmos esses cuidados! Conheça alguns dos principais recursos da Comunicação Alternativa A comunicação não-verbal é feita através de símbolos e gestos, já falei sobre as Libras, por exemplo. Libras significa Linguagem Brasileira de Sinais, e é considerada um Sistema de Língua de Sinais, um alfabeto para os deficientes auditivos. Além das Libras o Código Braille,  feito para que os cegos possam ler.  É comum vermos uma pessoa se comunicando com um surdo-mudo e pensarmos no ato - “eles estão conversando em libras” - mas não necessariamente eles devem estar utilizando esse sistema. É mais comum utilizar gestos de uso comum, expressões corporais que estejam dentro da realidade comunitária do deficiente, como negação com a cabeça, cumprimento com as mãos, sinal de positivo, etc. Uma das mais complexas situações de distúrbio de comunicação, é o autismo. Um autista geralmente apresenta dificuldades paralelas à da comunicação, como falta de interação social e dificuldades comportamentais. Recentemente foi até tema em novela da Rede Globo. Apesar de parte da comunidade científica não concordar com a forma como foi tratado, foi muito útil para chamar a atenção para o problema. Estes casos exigem dos profissionais da área uma combinação de vários recursos para que haja efetividade na ação, como o uso constante de imagens, conhecidas no Brasil como símbolos de comunicação pictórica. Tudo isso além, claro, de muita dedicação. Sempre há alguém pensando em inovações para garantir mais acessibilidade e inclusão. Existem várias técnicas e materiais disponíveis, e as novas tecnologias também trazem modelos inclusivos para os novos formatos de comunicação, como o Talkback, aplicativo para deficientes visuais. Existe uma lei que ampara as pessoas com Deficiência Comunicativa? Sim. A Legislação Brasileira prevê, por exemplo, a garantia de um sistema educacional inclusivo. São várias leis e decretos que regulamentam a situação daqueles que necessitam de inclusão. As nossas leis começaram a mudar principalmente nos anos 90, mais precisamente a partir da Declaração  de Salamanca assinada por 88 países pertencentes à Organização das Nações Unidas, em junho de 1994. Três Setores Fundamentais Para Ampliar A Inclusão Os Setores de Saúde,  Educação e Tecnologia são fundamentais para ampliar a possibilidade de inclusão das pessoas com necessidades especiais. É a partir dos dois primeiros, em conjunto com os pais, que são identificadas a maioria das necessidades de cada cidadão com deficiência, e direcionadas as ações de comunicação alternativa ideais para cada caso. Com essas informações a tecnologia entra em ação. Observe algumas características da relação de cada setor com a Comunicação Alternativa. • Saúde É verdade que muitos profissionais de saúde precisam de formação específica para lidar com pessoas que necessitam da comunicação alternativa. Eles estão em postos de saúde, hospitais, clínicas, serviços de socorro e remoção urgentes, e uma parte deles não está preparada para determinadas situações. No entanto, a área da saúde tem maior proximidade com os casos de Deficiência de Comunicação, e essa proximidade é o principal fator de geração de informação para melhora e adequação da Comunicação Alternativa. A convivência com os deficientes, com seus pais e ainda o conhecimento dos sintomas e limitações de cada caso geram muitas informações para o setor.  • Educação Na  Constituição Federal está escrito que a Educação é direito de todos, e também dever do Estado e da Família, e que deve ser promovida e incentivada por todos, com o objetivo de desenvolver o cidadão e prepará-lo para o trabalho. Inclusive o atendimento educacional pleno às pessoas com deficiência, com preferência à rede regular de ensino. Mas, como sabemos, a infraestrutura da educação brasileira é sofrível, não precisa ir muito longe, o noticiário está cheio de exemplos. Exigir que os alunos com deficiência sejam incluídos nas escolas regulares, chegou a gerar protestos em vários lugares do Brasil, pois muitas pessoas entenderam que as APAE’s (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) iriam fechar. Pais e profissionais da área se mobilizaram e o caso foi esclarecido, podendo a instituição funcionar normalmente.  Porém, isso não isentou as escolas e seus profissionais da necessidade de capacitar-se para a  comunicação com os alunos com deficiência. Tampouco a falta de infraestrutura justifica o não cumprimento das normas e decretos. Ações estratégicas já existem, com o Estado procurando manter a legislação e suas pequenas ações em evidência, mas o momento pede que algo seja feito também nas microrregiões, como veremos mais à frente.   As ações de educação inclusiva são de importância fundamental para adequação dos alunos com dificuldades de comunicação. Principalmente dos mais jovens, sempre com aquela necessidade de pertencimento aos grupos sociais, à interação e à socialização. Tudo isso demonstra a necessidade de formação para professores, inspetores, funcionários, diretores, motoristas, auxiliares administrativos, enfim, todos os que terão contato com esses alunos, ampliando a possibilidade de integração total. A tecnologia pode ser uma boa opção para que se realize com mais eficiência a tarefa de transformar os estabelecimentos de ensino em locais realmente inclusivos e democráticos, quer ver?  • Tecnologia A internet revolucionou a nossa comunicação. E de maneira tal que hoje há pessoas considerando o e-mail coisa do passado. A velocidade e a mobilidade estão entre os principais focos da comunicação moderna.  O termo “mobilidade” não é utilizado à toa. Mas “tecnologia” nem sempre está ligada ao mundo digital. Por exemplo, cadeirantes precisam que a tecnologia lhes dê acesso aos mais diversos locais. Ao invés de degraus, que sejam rampas, ou de concreto, ou pneumáticas que dão acesso à prédios, ônibus, etc. O objetivo é o mesmo, a tecnologia usada pode ser o concreto ou a mecânica. Já a velocidade é uma necessidade que criamos conforme fomos nos adaptando à essas tecnologias.  Para quem já teve a experiência de trocar correspondência no papel, sabe que uma carta nacional, leva em média três dias para chegar ao destino, conforme o local. Em outros tempos, ninguém teria uma crise nervosa esperando três dias por uma resposta. Hoje, essa crise pode acontecer facilmente se a sua mensagem no WhatsApp for visualizada e não for imediatamente respondida em alguns minutos. A tecnologia evoluiu, mas e quanto a nós? Imagine agora, pessoas que não conseguem se comunicar, que precisam de respostas, precisam de mobilidade, precisam de velocidade e não conseguem isso sem passar por inúmeras situações diárias de constrangimento e nervosismo. A tecnologia também deve avançar em direção a estes, e por isso existem projetos muito interessantes para inclusão digital, conhecidas como Startups Sociais. Projetos variam desde aplicativos à soluções de engenharia para inclusão.   Sabemos portanto, que todas essas preocupações em algum momento acabarão sendo direcionadas a quem desenvolve tecnologia, para facilitar a vida dos deficientes e daqueles que precisam comunicar-se com eles. E toda inovação será sempre bem-vinda. Outros Setores Também Devem Estar Preparados Se alguma pessoa com dificuldade de comunicação entrar agora no seu local de trabalho, como ela será recebida? Qual o nível de transtorno e improvisação, por muitas vezes inútil que pode inclusive causar constrangimento? E na sua igreja, clube ou associação? Preparar-se para se comunicar com as Pessos com Deficiência é  uma necessidade em todos os setores da sociedade. Desde jornalistas até o padeiro, passando pelo estacionamento, o cobrador de ônibus, todos devem estar preparados. Não pode haver omissão de ninguém se o objetivo é termos uma sociedade inclusiva, a começar pelo nosso bairro. Algumas Soluções Para Promover a Comunicação Alternativa 01 – Divulgação Junto às Instituições Coletivas No seu bairro ou vila, devem haver Instituições voltadas à coletividade, como associações, cooperativas, ONG’s e institutos em geral, igrejas e agremiações filosóficas, clubes e sociedades. Pois todos podem colaborar com a divulgação desta necessidade social, através de materiais para seus membros e associados. 02 – Instituições de Ensino As instituições de ensino já tem a inclusão como parte do seu conteúdo programático, e em boa parte delas, já acontecem atividades voltadas à Comunicação Alternativa. Que tal levar estas ações à comunidade?  Além de auxiliar na inclusão social, promove também o relacionamento da instituição com a comunidade local.  03 – Divulgação Junto à Empresas Os empresários do seu bairro, geralmente muito atarefados, podem não estar plenamente conscientes do quanto podem ajudar na causa da Comunicação Alternativa, seja facilitando o acesso para deficientes, seja com doações ou ainda capacitando os seus funcionários a lidar com as diferentes formas de deficiência que, provavelmente, vão chegar no seu estabelecimento. 04 – Divulgação Pessoal Todos podemos facilitar o entendimento da Comunicação Alternativa, e também promover a discussão, divulgando os meios e locais disponíveis onde outras pessoas possam receber conhecimento sobre o assunto. Seja nos cursos online ou nos aplicativos,  tudo ajuda para que os resultados sejam sempre melhores. Portanto, compartilhe o que você já sabe, os resultados, certamente serão bem melhores.  Todos estes projetos, recursos e ações que vimos foram feitos para melhorar a vida daqueles que, diferente de nós, dependem de alguém capacitado a fazer uso da Comunicação Alternativa. Certamente que os números sociais vão melhorar, mas a melhor recompensa será a evolução comunicativa e a gratidão dos que serão inseridos com dignidade na sociedade. E você, conhece alguma ação bacana ligada à Inclusão e Comunicação Alternativa? Conte pra gente! Fonte:  Equipe Educamundo

Boas práticas para descrição de imagens

Composição com diversos desenhos ilustrativos,incluindo uma pessoa cega e um olho, dispostos em quadrados de diferentes tamanhos. Quem está acostumado a navegar pela Web, normalmente se depara com diversos tipos de imagens nas páginas: fotos, pinturas, gráficos, infográficos, organogramas, mapas, ilustrações, capturas de tela, e muitos outros elementos visuais. Esses recursos geralmente são utilizados para complementar, adicionar e ilustrar determinadas informações, ou apenas podem decorar/estilizar algum espaço digital. Assim, podemos identificar dois diferentes tipos de imagem: aquelas que transmitem conteúdo, como um gráfico, e aquelas que possuem apenas função decorativa, como um marcador estilizado. Na Web, tanto as imagens que transmitem conteúdo quanto as decorativas são inacessíveis a quem navega utilizando recursos de Tecnologia Assistiva, como o leitor de tela, a linha braille, navegadores em que as imagens estão desabilitadas, e navegadores textuais, como o Lyinx. Assim, uma pessoa cega ou surdocega, por exemplo, perderá toda a informação que é passada visualmente através de imagens, já que leitores de tela e linhas braille leem apenas texto. A solução é descrever textualmente todas as imagens que transmitem informações relevantes, transformando o que era apenas visual em texto, e possibilitando aos recursos de tecnologia assistiva interpretarem o conteúdo dos elementos de imagem. A descrição das imagens é inserida no texto alternativo. Em páginas Web, o texto alternativo deve constar no atributo “alt” do elemento . Em documentos digitais, como os gerados a partir do Microsoft Office Word, Microsoft PowerPoint, LibreOffice Writer e LibreOffice Impress, é possível inseri-lo acessando as propriedades da imagem. Para saber como inserir texto alternativo em documentos digitais, faça o download do arquivo no final da notícia. Como escrever um bom texto alternativo? O texto alternativo deve ser fiel à imagem, englobando seus pontos fundamentais de forma clara, objetiva e sucinta. Uma boa ideia na hora de criar a descrição é perguntar-se “se eu não pudesse utilizar essa imagem aqui, o que escreveria em seu lugar?”, pois, desse modo, é provável que a alternativa textual corresponda de fato ao que a imagem transmite visualmente. Na imagem abaixo, a informação mais importante é o texto da campanha. A figura à esquerda, ilustrando uma mão aberta em uma placa, é apenas decorativa e não precisa constar na descrição. Portanto, um bom texto alternativo seria “Campanha Parada Pacto Nacional pela Redução de Acidentes, Um pacto pela Vida”. Exemplo de imagem ilustrando o logo da campanha "Parada Pacto Nacional Pela Redução de Acidentes, Um Pacto pela Vida" Mas, nem sempre a imagem a ser descrita apresenta o conteúdo tão bem definido, e algumas dúvidas podem surgir sobre o que deve ou não ser colocado na descrição. As dicas abaixo podem auxiliá-lo a escrever o texto alternativo. ? Observe o contexto em que a imagem está inserida para saber o que deve ou não constar na descrição. Na maioria das vezes, o importante é o conteúdo essencial da imagem, e deve-se, portanto, evitar descrições muito detalhadas. Mas, é possível que em algum contexto específico seja importante, além de descrever a informação principal, fornecer também detalhes da composição e estrutura da imagem. No contexto, por exemplo, de uma notícia que apresente algumas informações sobre o Viver sem Limite, seguida de uma imagem do logo desse plano, o essencial é informar o texto do logo. Não é necessário explicar o estilo gráfico (cores, estrutura, design) utilizado, pois a falta desse tipo de detalhe não prejudica o entendimento de quem não visualiza a imagem. Então, nesse caso, apenas um texto alternativo breve seria suficiente para contemplá-la. Logo Viver sem limite Exemplo de texto alternativo breve (informa o mais importante da imagem): Logo do Viver sem Limite: Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Já em um contexto diferente, como por exemplo, em um site que apresente obras de arte, é provável que a pessoa queira saber cada detalhe da composição das pinturas, e, nesse caso, uma descrição longa e detalhada se faz necessária. Pintura de Lydia Moschetti Exemplo de descrição para obras de arte (fornece detalhes específicos da composição): Uma mulher trajando um vestido rosado com pequenos detalhes em amarelo está de costas para o observador. Ela usa um chapéu bege de aba comprida com uma fita escura que é amarrada abaixo do queixo. Sobre a aba do chapéu, há um ramo com pequenas flores. O vestido é aberto na parte de trás, o que possibilita a visualização das costas da mulher. Seu braço esquerdo está dobrado e sua mão segura um ramo de flores. O braço direito está estendido, de modo a apoiar a mão sobre uma cadeira no canto. O fundo da pintura é escuro, pintado de marrom. ? Não repita na descrição da imagem o que já foi explicado anteriormente no corpo do texto. Caso o próprio texto contemple toda a informação presente na imagem, deixe-a sem nenhum texto alternativo ou forneça uma descrição simples. Abaixo, podemos perceber que o próprio texto da notícia já contém as informações mais importantes da imagem. Nesse contexto, a descrição poderia ser simplesmente “Convite da 3ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência”, ou ainda, estar vazio. Notícia com banner, onde o próprio texto contém as mesmas informações do banner. Ambos trazem informações sobre a data,horário e local da 3ª Conferência dos Direitos da Pessoa com Deficiência. ? Não utilize as palavras “imagem de…” para iniciar uma descrição. Os leitores de tela informam automaticamente ao usuário que o elemento lido é uma imagem, sendo desnecessário repetir a informação no texto alternativo. Porém, no caso de capturas de tela (prints), fotos e/ou retratos, é recomendável indicar qual é a natureza da imagem. Assim, quando necessário, utilize as frases “captura de tela de…”, “foto de…”, “pintura de…” no início da descrição. ? Verifique se a imagem passa algum conteúdo relevante ou é apenas decorativa. Imagens puramente decorativas, que não acrescentam conteúdo ao texto, não devem ser descritas. ? Utilize pontuação e acentuação adequadas em todas as frases. Também é importante que as palavras estejam corretamente escritas, para evitar que o leitor de tela se confunda durante a leitura do texto. ? Não repita o texto da legenda no texto alternativo. Os leitores de tela lerão as duas informações, sendo que apenas uma já é suficiente. O texto alternativo deve ser utilizado para descrever detalhes adicionais da imagem, que não foram citados na legenda. A legenda abaixo, por exemplo, já informa o que é importante na imagem. Nesse caso, o texto alternativo pode ficar vazio. Adicionar alguma descrição como “Capa do relatório final da 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência” no texto alternativo acabaria se tornando repetitivo, pois a legenda já contém a mesma informação. Capa de um relatório seguida de uma legenda que informa o título deste. Já na imagem a seguir, a legenda contribui para a compreensão da ideia transmitida, mas sozinha não é suficiente para englobar todo o conteúdo. Portanto, você deve utilizar o texto alternativo, acrescentando as informações que faltam para que ela seja compreendida em conjunto com a legenda. Legenda: Imagem representando algumas limitações fisicamente imperceptíveis Exemplo de texto alternativo: Cinco ilustrações de pessoas, com as palavras “TDAH”, “Disgrafia”, “Dislexia”, “Daltonismo” e “TEA” escritas uma em cada ilustração. Abaixo, destaca-se a frase “Nem sempre limitações são visíveis”. ? Imagens complexas, como gráficos, podem ser descritas de duas maneiras: inserindo a descrição no próprio texto ou disponibilizando-a em outra página através de um link. Nesses casos, a explicação textual auxilia não somente quem utiliza alguma Tecnologia Assistiva, mas também pessoas com dificuldades de compreender dados dispostos em forma de gráficos. Na imagem abaixo, há um exemplo de descrição do gráfico no próprio texto e em um link adjacente. No texto alternativo da imagem, insira o título do gráfico, por exemplo, “Gráfico demonstrativo da Deficiência no Brasil segundo o Censo do IBGE 2010”. Para detalhar os dados, utilize ou a explicação no próprio contexto, ou o link abaixo do gráfico, pois eles possuem praticamente as mesmas informações. Exemplo de texto contendo os dados dispostos em forma de gráfico sobre a deficiência no Brasil. Abaixo do gráfico,há um link para a descrição textual em outra página. ? Para materiais digitais mais complexos, como livros didáticos, que contenham história em quadrinhos, cartum, mapas, tirinhas e outros, em especial livros produzidos no formato Daisy, o MEC possui diretrizes que especificam a forma como a imagem deve ser descrita através da Nota Técnica nº 21. Para saber mais sobre descrição de imagens, acesse: http://cta.ifrs.edu.br/noticias/visualizar/113

#vídeo: Alpinista com paralisia cerebral consegue escalar montanha de 900 metros

Controle para pessoas com deficiência permite jogar videogame com os pés

Adam Li, Nate Tran e George Levay mostram os sapatos adaptados para controlar vídeo games Três engenheiros, George Levay, Nate Tran e Adam Li, criaram um dispositivo que permite que pessoas com deficiência nas mãos possam jogar videogame utilizando os pés. Trata-se de uma espécie de sandália com sensores chamada Gear (Game Enhancing Augmented Reality, ou “aprimorador de jogos por meio de realidade aumentada”, em tradução livre). O dispositivo nasceu durante um trabalho de aula na faculdade Johns Hopkins, cursada por Levay. O próprio engenheiro não possui as mãos, perdidas em decorrência de complicações por uma infecção. A ideia da aula era construir um controle alternativo para computadores e Levay decidiu fazer algo que o permitisse jogar mais videogame. “Procurei Li e Tran para saber se poderíamos fazer algo que eu pudesse realmente usar, ainda que isso não permitisse tirar a nota máxima no trabalho”, afirmou, em entrevista à revista Popular Science. Se não conseguiram a nota máxima no trabalho, os três engenheiros acabaram recebendo outro prêmio: o principal na Intel-Cornell Cup deste ano, competição que premia estudantes que transformem ideias em produtos para uso no mundo real. Múltiplos comandos O Gear foi feito com três sensores de silicone sensíveis à pressão e que ficam em contato com a planta do pé. O controle reconhece oito comandos ao todo, quatro para cada pé, sendo possível programar um deles para movimento e outro para botões de ação, como um joystick padrão. De acordo com Levy, é possível expandir as capacidades do controle para até 15 comandos e utilizar uma trackball paralelamente. Foi assim que ele conseguiu jogar “Mirror’s Edge” no vídeo acima. Ainda não há previsão para a chegada de versões comerciais do Gear. A ideia, entretanto, pode ajudar às produtoras a garantirem que cada vez mais pessoas tenham a possibilidade de jogar. Fonte: UOL Fonte da matéria: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/2016/07/15/controle-para-pessoas-com-deficiencia-permite-jogar-videogame-com-os-pes/

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Brasileiro cria óculos para pessoas com deficiência visual que mapeia e descreve o ambiente

O pesquisador, que tem 35 anos, explica como, apesar de não ter amigos ou parentes próximos com a deficiência, se interessou pela área de tecnologia assistiva. “O que me motivou inicialmente foi o desafio. Como a minha profissão valoriza a observação dos aspectos humanos na produção de tecnologia, resolvi observar durante 8 meses o dia-a-dia dos alunos de reabilitação do Instituto Benjamin Constant”, afirma. “Durante esse período me apaixonei pela área assistiva para deficientes visuais e segui em frente com a pesquisa”, acrescenta. Ao participar de experimentos com os olhos vendados como parte da pesquisa de campo, Wallace percebeu a sobrecarga cognitiva inerente à mobilidade de pedestres cegos. Pude comprovar que andar em linha reta é dificílimo por causa de estímulos externos que desviam a nossa atenção. Isso abriu meus olhos (com o perdão do trocadilho) para a utilidade dessa pesquisa para todos e não só para os cegos” Wallace Ugulino “Imagine se a tecnologia que nos cerca não nos tomasse tanta atenção? Já parou para calcular o quanto o simples fato de trocar uma música no rádio pode te expor a uma batida de carro?”, questiona, afirmando que a ferramenta pode evitar acidentes até de pessoas que não tem nenhum tipo de problema visual. O que surgiu como um “simples desafio” para o carioca, se tornou uma meta de vida: produzir tecnologias que demandem menos atenção para todos. Tudo isso graças ao que aprendeu com os cegos.” Aprendi com os deficientes visuais a necessidade de termos mais cuidado no preparo das interfaces computacionais para que elas requeiram o mínimo de atenção possível do usuário”, declara. Sobre o mercado de tecnologia assistiva no Brasil, o pesquisador revela: “Há bons grupos de pesquisa distribuídos pelo país, mas falta incentivo. É necessário investimento público e leis que incentivem a participação de empresas privadas a apoiar financeiramente tais projetos de inclusão”. Fonte: Metrópoles Fonte da matéria: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva

Acessibilidade: Normas de Acessibilidade em locais de hospedagem

Quem possui deficiência física ou sensorial, ou mesmo alguma dificuldade de locomoção, sabe como é complicado encontrar um local adequado para se hospedar. Qualquer viagem de lazer ou negócios demanda muita pesquisa e planejamento, tudo para evitar transtornos e até constrangimentos. Em 2015, a atualização da NBR 9050 nos trouxe algumas novidades com relação à acessibilidade em locais de hospedagem, detalhando alguns aspectos que não eram mencionados na edição de 2004. De acordo com a norma técnica, locais de hospedagem como hotéis, motéis, pousadas e similares – incluindo auditórios, salas de convenções, salas de ginástica, piscinas e outros – devem ser acessíveis a todas as pessoas. Os dormitórios acessíveis com banheiros não podem estar isolados dos demais, mas sim distribuídos em toda a edificação, por todos os níveis de serviços e localizados em rota acessível. Dessa forma, o estabelecimento evitará a segregação das pessoas que necessitam de serviços e estruturas acessíveis. As dimensões do mobiliário dos dormitórios acessíveis devem ter condições de alcance manual e visual, e serem dispostos de forma a não obstruírem uma faixa livre mínima de circulação interna de 0,90 m de largura, prevendo área de manobras para o acesso ao banheiro, camas e armários. Deve haver pelo menos uma área, com diâmetro de no mínimo 1,50 m, que possibilite um giro de 360°, e a altura das camas deve ser de 0,46 m. Quando forem previstos telefones, interfones ou similares, estes devem ser providos de sinal luminoso e controle de volume de som, e as informações sobre a utilização desses equipamentos devem ser impressas em Braille, texto com letra ampliada e cores contrastantes para pessoas com deficiência visual e baixa visão, bem como devem estar disponíveis aos hóspedes. Os dispositivos de sinalização e alarme de emergência devem alertar inclusive as pessoas com deficiência visual e as pessoas com deficiência auditiva. O banheiro também deve possuir dispositivo de chamada para casos de emergência. Sendo assim, deve ser garantida a condição de circulação, aproximação e alcance dos utensílio. As pias devem possuir altura de no máximo 0,85 m, com altura livre inferior de no mínimo 0,73 m, garantindo aproximação frontal. Detalhes como esses podem parecer tolos para muitos proprietários de hotéis, mas fazem toda a diferença para quem necessita de acessibilidade. Não se trata de um mimo ou de um favor à essa clientela, mas de “tornar possível” sua hospedagem, com o mínimo de conforto e autonomia. Não se esqueçam, empresários: as pessoas com deficiência são uma fatia considerável do mercado e a acessibilidade é fator primordial para fidelizá-las! Fonte: Acessibilidade na Prática Fonte da matéria: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/author/portalassistivaitsbrasil/

terça-feira, 12 de julho de 2016

Pelo mundo: ONU: Inclusão de pessoas com deficiência é fundamental para a implementação da Agenda 2030

Durante a 9ª sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD), realizada em meados de junho, funcionários da ONU destacaram o importante papel que este grupo tem para a implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Em todo o mundo, 20% das pessoas mais pobres têm algum tipo de deficiência e 80% das pessoas com deficiência – 15% da população mundial, no total – vivem em países em desenvolvimento. Criança deficiente em uma escola em Cité Soleil, no Haiti. Foto: ONU / Logan Abassi Criança deficiente em uma escola em Cité Soleil, no Haiti. Foto: ONU / Logan Abassi Durante a 9ª sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD), realizada em junho (14), o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, destacou a importância destas pessoas para a implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. O evento marcou o 10º aniversário do tratado que protege este grupo. “A deficiência não é uma incapacidade. Vamos trabalhar juntos para um mundo de oportunidades e dignidade para todos, para um futuro de inclusão e por um mundo onde todo mundo ganhe, sem ninguém ficar para trás”, afirmou o dirigente em mensagem de vídeo exibida no evento. As Nações Unidas trabalham pela revisão anual da Convenção, examinando a implementação de um acordo adotado pela Assembleia Geral em 2006 que reafirme que um bilhão de pessoas com deficiência – 15% da população mundial – tenham acesso a todos os direitos humanos e liberdades fundamentais. Estudos apontam que pessoas com deficiência são mais propensas a experimentar a pobreza e essa condição social também aumenta a incidência de problemas de saúde. Em todo o mundo, 20% das pessoas mais pobres têm algum tipo de deficiência e 80% das pessoas com deficiência vivem em países em desenvolvimento. Estima-se que uma em quatro pessoas em todo o mundo experimentará algum problema mental ao longo da vida e calcula-se que quase um milhão de pessoas morrem por suicídio todos os anos, sendo a terceira principal causa de morte entre os jovens. Condições de saúde mental, incluindo o abuso de álcool, estão entre as dez principais causas de incapacidade nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. A depressão, por exemplo, ocupa a terceira posição no ranking global de doenças e deve chegar à  primeira posição em 2030. Para o chefe de gabinete da ONU, Edmond Nullet, ainda há muito a se fazer para implementar plenamente a Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiências CDPD. “A CRPD oferece uma boa oportunidade para refletir sobre as lições importantes e avançar na implementação da Agenda 2030 para todas as pessoas com deficiência, não deixando ninguém para trás”, alertou. Para o presidente da Assembleia Geral, Mogens Lykketoft, os compromissos internacionais com os direitos e avanços das pessoas com deficiência estão profundamente enraizados na Carta da ONU. “Agora, graças à defesa de organizações de deficientes e aos esforços empreendidos por muitos outros, as necessidades das pessoas com deficiência foram incluídas no coração da Agenda 2030 – uma agenda que promete não deixar ninguém para trás”, destacou Lykketoft. A Conferência é também o primeiro encontro da ONU sobre deficiência desde a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em setembro de 2015. O assunto aparece em várias partes dos ODS, incluindo erradicação da pobreza, educação, empregos dignos, redução das desigualdades e cidades e comunidades sustentáveis. Fonte: https://nacoesunidas.org/onu-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-e-fundamental-para-a-implementacao-da-agenda-2030/

Tecnologia: Engenheira cega da Apple é símbolo dos esforços em acessibilidade para o iPhone

A Apple é bastante conhecida por contar com opções personalizadas para deficientes físicos em seus produtos. O que pouca gente sabe é que a companhia realiza parcerias com pessoas com necessidades especiais no desenvolvimento dessas ferramentas. Esse é o caso de Jordyn Castor, engenheira cega que é o símbolo da Apple para realizar avanços para deficientes no Mac e no iPhone. A história de Jordan veio a público em uma recente entrevista ao site Mashable. Nascida prematuramente e cega, com expectativa de vida desacreditada pelos médicos, Jordyn sobreviveu. Seu familiares não queriam que ela levasse uma vida limitada e a incentivaram a mergulhar no estudo de informática. Desde criança, ela recebeu presentes tecnológicos de seus pais e rapidamente perceberam que ela tinha muita curiosidade pelo assunto. “Resolvi criar códigos para que o computador cumprisse as tarefas que eu queria. Eu percebi que com meu conhecimento em computadores e tecnologia eu poderia ajudar a mudar o mundo das pessoas com deficiência“, diz Castor. Sua relação com Apple começou em 2015, quando se tornou estagiária da empresa, após participar de uma feira de empregos em Minneapolis. Assim ela entrou para equipe de soluções de acessibilidade para o VoiceOver. Posteriormente, foi contratada como engenheira de qualidade em projetos de acessibilidade. A engenheira diz que seu trabalho está ligado não só às tecnologias que ajuda a criar, mas também à linguagem de braille. Segundo ela, a tecnologia não pode substituir o braille, mas sim complementar as opções dos deficientes visuais. “Eu uso Braille sempre que escrevo um código“, afirma. As ideias de Jordyn tem ajudado a Apple a tornar seus produtos melhores para pessoas com algum tipo de deficiência. Em breve, o trabalho da engenheira fará parte de um sistema do Apple Watch que informa a hora através de vibrações. Com o novo aplicativo do iOS 10, o Swift Playgrounds, ela pretende agregar a possibilidade de edição de códigos para comunidade de deficientes. “Isso vai permite que crianças mergulhem em códigos. Elas poderão usar o Swift Playgrounds com auxilio do VoiceOver para iniciar uma programação“. A gerente sênior de política de acessibilidade global e iniciativas da Apple, Sarah Herrlinger, acrescenta que a empresa tem ampliado sua dedicação na inclusão social de pessoas com deficiência. Segundo ela, as ferramentas de acessibilidade da Apple podem ajudar esses usuários a gastar menos. “Os recursos estão no sistema (iOS e Mac) independente de você precisar deles“. Dessa maneira, o deficiente não está pagando mais caro por um produto específico, como acontece normalmente em produtos para esse público. A história de Jordyn Castor vem ganhando destaque não apenas dentro da Apple. Recentemente, ela foi palestrante em um evento da entidade de defesa dos direitos dos cegos (National Federetion of the Blind), onde falou sobre seu trabalho no mundo da tecnologia. Ela diz que tem uma mensagem simples para as próximas gerações de programadores cegos: “A cegueira não nos define. Ela é parte de quem você como pessoa, mas não define você ou o que você pode fazer na vida“, conclui.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Em SC, professora dá aula de braile para combater preconceitos

Aline Torres A creche pública Gentil Mathias da Silva, situada no norte de Florianópolis, resolveu trabalhar a empatia de um jeito diferente. As crianças são letradas no alfabeto tradicional, mas também em braile. O objetivo é combater o preconceito antes de ele ser construído. A ideia foi da professora Daiane Sccoti Farina, 32 anos, que como muitos pedagogos, acredita que a inclusão deve ser ensinada em sala de aula. Seu diferencial, entretanto, foi estruturar um projeto para 23 alunos entre cinco e seis anos. "O mais comum é que as escolas abordem a inclusão entre os adolescentes. Mas, muitos já estão carregados de preconceitos. Nas séries infantis é diferente. O mundo é novo e eles estão abertos para se colocarem no lugar do outro", disse Daiane. Na creche não há nenhum aluno cego. Mas a professora crê que ano que vem eles possivelmente irão conviver com colegas com deficiência, já que serão matriculados em escolas de ensino fundamental. Apesar do sistema de escrita para cegos ser a didática escolhida, o alvo é trabalhar a diversidade. Um exemplo é o livro "Um Mundinho para Todos", da autora Ingrid Bellinghausen, traduzido em braile. A obra que encanta por ser escrita "com bolinhas" aborda o bom convívio com o diferente. Na história algumas pessoas gostam de andar descalças, outras de tomar chocolate quente e algumas precisam de ajuda porque não enxergam muito bem. Os alunos leram com a professora, e a assistente Elis Regina Grudzien, o livro de olhos vendados. A atividade, que poderia gerar desconforto, os deixou empolgados. Enzo, de cinco anos, chegou em casa e contou para mãe: "sabia que hoje eu fiquei cego!". Nas tarefas escritas, as crianças usam pequenas bolinhas de sagu. Elas já sabem escrever o nome em braile. E em um momento mais lúdico, em que elas poderiam assistir DVDs infantis, a professora passou o vídeo do tenor italiano Andrea Bocelli. "Elas ficaram impressionadas. Nunca tinham visto uma pessoa cega. Mas, foi uma surpresa positiva. As crianças só fizeram elogios, falaram que ele é bonito mesmo cantando com os olhos fechados, que a música é legal", contou Daiane. Na volta das férias, em agosto, os alunos irão fazer visitas a ACIC (Associação Catarinense para Integração do Cego), onde estudam crianças cegas. O objetivo é criar uma manhã de confraternização. Depois eles irão caminhar vendados em calçadas com piso tátil, desenvolvidas para guiar os deficientes visuais. "Tenho certeza que essa experiência irá enriquecer a vida deles. Preconceito é falta de informação. É desconhecer a realidade do outro", concluiu a professora. Fonte: UOL - O melhor conteúdo - http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/07/11/em-sc-professora-da-aula-de-braile-para-combater-preconceitos.htm?cmpid=tw-uolnot

domingo, 10 de julho de 2016

PROJETO DE NARRAÇÃO AUDIODESCRITIVA EM JOGOS DE FUTEBOL GANHA PRÊMIO NOS E.U.A:

Reconhecimento internacional para a audiodescrição brasileira: PROJETO DE NARRAÇÃO AUDIODESCRITIVA EM JOGOS DE FUTEBOL GANHA PRÊMIO NOS E.U.A É com muito orgulho que dividimos com vocês, usuários, amigos e colegas profissionais da audiodescrição, este reconhecimento feito pelo American Council of the Blind com o Prêmio ACB Award Achievement – International – 2016, considerado o "Oscar da Audiodescrição" para o nosso Projeto de Narração Audiodescritiva em Jogos de Futebol. É a primeira vez que uma empresa na América Latina recebe este reconhecimento. Bos Soluções - uma empresa do Grupo Gemini - projeto de narração audiodescritiva em jogos de futebol Com muito profissionalismo e respeito à pessoa com deficiência, reativamos um projeto criado na Europa pelo CAFE (Centre for Acess to Football in Europe) que realiza a inclusão de pessoas com deficiência visual e outros públicos nos Estádios de Futebol. Esta iniciativa já acontece na Europa há muitos anos e ganhou destaque após ser implantada na Eurocopa e pela FIFA nas Copas do Mundo de 2010 na África do Sul e 2014 no Brasil. Ao implantar um Projeto de Narração Audiodescritiva no futebol de clubes em São Paulo, buscamos preencher uma grande lacuna que faz parte do dia a dia das inúmeras situações em que a acessibilidade comunicacional se faz necessária. A experiência proporcionada às pessoas com deficiência no dia 14/05 na partida de abertura do Campeonato Brasileiro 2016 entre Palmeiras e Atlético-PR, incluiu entrada em campo, exploração tátil do gramado, traves, redes, banco de reservas e outros, e também o acompanhamento da partida com o recurso da Narração Audiodescritiva. Com o apoio do Palmeiras, foi possível fazer com que as cerca de 21 pessoas com deficiência e acompanhantes tivessem um pleno entendimento e absorção dos acontecimentos dentro e fora de campo. Hoje nosso Projeto de Narração Audiodescritiva em Jogos de Futebol já está em implantação em outros estádios no Brasil, e também deverá ganhar apoio de outras mídias para maximizar o alcance do recurso à pessoas com deficiência visual que não estejam no estádio. Um golaço para a Acessibilidade Brasileira! Fonte: BOS Soluções – uma empresa do grupo Gemini Comunicações. Fonte: Blog da Audiodescrição http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2016/07/projeto-de-narracao-audiodescritiva-em-jogos-futebol.html Fonte do Prêmio: http://www.acb.org/adp/honorroll.html Fonte secundária: http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2014/03/treinamento-audiodescritores-copa-do-mundo-futebol.html http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2016/05/emocoes-de-um-jogo-de-futebol-audiodescrito.html

Senac oferece curso on-line e gratuito para aprender Libras:

No momento, as vagas estão todas preenchidas. por Redação Atualizado em 25/05/2016 às 17:54 O Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) oferece o curso LIBRAS Básico  - Língua Brasileira de Sinais, dentro do PSG (Programa Senac de Gratuidade). As aulas são totalmente gratuitas e atendem à necessidade de promover o processo de inclusão por meio da comunicação entre pessoas ouvintes e pessoas surdas. A aprendizagem é feita totalmente on-line, na plataforma do Senac. A ideia mínima é 15 anos e ensino fundamental completo. Para emitir o certificado, o aluno deve ter competência desenvolvida em todas as unidades curriculares. libras O curso é voltado para profissionais em geral, interessados em entender sinais básicos e comunicar-se com o surdo em situações de atendimentos simples que envolvam o processo de conversação em LIBRAS. Clique aqui: http://www.ead.senac.br/cursos-livres/libras-basico-lingua-brasileira-de-sinais-psg/#aba1 para se inscrever. No momento, as vagas estão todas preenchidas. Podem se inscrever aqueles cuja renda familiar mensal por pessoa não ultrapasse dois salários mínimos. É preciso preencher uma ficha com informações pessoais e assinar uma declaração de renda, após clicar em seu curso de interesse. Fonte: catracalivre https://catracalivre.com.br/geral/educacao-3/indicacao/senac-oferece-curso-on-line-e-gratuito-para-aprender-libras/

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Quermesse Da Apae Chega Para Animar A Comunidade Trespontana:

A Praça do Centenário, um dos cartões postais de Três Pontas, ganhou nos últimos dias uma tenda enorme e receberá também decoração diferente. A nova estrutura é convidativa e anuncia a 1ª Quermesse da Apae, evento que se estende Deis de esta quinta-feira (7) até domingo (10). Além de barracas com comidas típicas das festas que marcam essa época do ano, haverá bingo e leilão com diversos prêmios para alegrar o público. Todas as noites serão animadas ainda por música ao vivo, apresentadas por intérpretes, compositores e musicistas da Cidade. A Quermesse é organizada para proporcionar à comunidade mais uma opção de lazer, realizada em ambiente familiar. Ao mesmo tempo, a Apae contribui para que a comemoração, que se tornou manifestação cultural em diversas regiões do Brasil, seja preservada também por aqui. Outra meta é arrecadar fundos. A Apae de Três Pontas atende a mais de 500 usuários e para isso conta com uma equipe multidisciplinar. Participando do evento, o trespontano tem a oportunidade de se divertir e colaborar para a manutenção dos serviços prestados.

Pessoas com Deficiência Talvez Percam Metade de seus Benefícios sem que a Previdência Seja Equilibrada Fonte: Fonte: Deficiência visual - eu existo

Olá amigos, o assunto sobre o qual vou tratar hoje é bastante delicado, sério e preocupante, e tem causado enorme alvoroço em vários movimentos protagonizados por cegos e outros deficientes. Matérias divulgadas por noticiários e movimentos da sociedade civil, acerca da reforma da previdência social, vem inquietando as pessoas com deficiência incluídas no Benefício da Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/Loas). Para quem não sabe, o art. 20 da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, "é a garantia de um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao idoso, com idade de sessenta e cinco anos ou mais, que comprovem não possuir meios para prover a própria manutenção e nem de tê-la provida por sua família. Segundo tal lei, "o O Benefício de Prestação Continuada integra a proteção social básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, instituído pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em consonância com o estabelecido pela Política Nacional de Assistência Social - PNAS. O Benefício de Prestação Continuada é constitutivo da PNAS e integrado às demais políticas setoriais, e visa ao enfrentamento da pobreza, à garantia da proteção social, ao provimento de condições para atender contingências sociais e à universalização dos direitos sociais, nos moldes definidos no parágrafo único do art. 2º da Lei nº 8.742, de 1993." Inúmeras pessoas com deficiência dependem unicamente de tal benefício para sua subsistência, visto que acham-se impedidas de trabalhar por apresentarem impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, obstruem sua participação plena e efetiva no mercado de trabalho em igualdade de condições com as demais pessoas. Dessa forma o BPC/Loas é sua única fonte de renda, e, muitas vezes, insuficiente para os custos com medicamentos, próteses, tecnologias assistivas, cuidados particulares e outros produtos necessários para assegurar-lhes dignidade e relativa saúde. Assim evidencia-se que tal política de transferência de renda é peça fundamental para a promoção do Estado de bem-estar social previsto na Constituição Brasileira de 1988 nos Arts. 23 §2, 24 §14 e 203 §4 e 5. Segundo o que foi amplamente divulgado, a reforma da previdência social pretende reduzir o valor do BPC/Loas pela metade, ou seja, de R$ 880,00 para R$ 440,00 (meio salário mínimo), o que causaria enormes problemas à todos aqueles que dele dependem. Juridicamente, talvez seja possível reduzir o BPC à metade por não ter natureza salarial. Mas do ponto de vista humano, dado que veio para suprir a falta (ou impossibilidade) de empregos, tem de propiciar o mínimo de renda que um emprego propiciaria. Se a justificativa para o salário é que deve ser mínimo, pois abaixo do mínimo não há dignidade, do mesmo modo, BPC abaixo do mínimo é inteiramente indigno. De fato, é necessário que o governo preocupe-se com a saúde financeira da Previdência, mas para além de esta não ser alternativa humana, também não é sustentável. A redução do BPC apenas reduz as chances de que uma pessoa com deficiência possa desenvolver-se, logo, aumenta a probabilidade de que continue a receber o BPC e, portanto, no longo prazo, a redução do BPC aumenta o gasto ao invés de reduzi-lo. É importante citar que o BPC/Loas, inclusive pelas alterações legais que sofreu nos últimos anos, foi responsável pela melhoria da qualidade de vida de muitas pessoas com deficiência e de suas famílias; porém é preciso destacar que, apesar dessa melhoria, mais de um milhão de pessoas com deficiência em situação bastante vulnerável ainda não possuem acesso ao benefício, o que gera necessidade de sua ampliação, e não de redução, como se cogita atualmente. Todos os cegos, pessoas com deficiência e suas organizações temem que uma reforma na previdência venha à prejudicar inúmeras pessoas com deficiência que, em decorrência de sua situação, são uma camada frágil da sociedade e dependem de um auxílio governamental para se manter dignamente. O projeto de reforma ainda não está sendo votado, mas as entidades que trabalham na promoção dos direitos das pessoas com deficiência e dos idosos já estão começando à manifestar-se a fim de evitar a redução do BPC /Loas. Faça sua parte compartilhando este artigo em suas redes sociais! Para elaborar este texto, foram consultados os seguintes endereços: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8742.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm Agradecimentos ao grupo VCB (Visibilidade Cegos Brasil), entidade voltada à promoção dos direitos das pessoas com deficiência, em especial com deficiência visual. Fonte: Deficiência visual - eu existo

Skate adaptado para crianças com deficiência é incluído no Ciclolazer:

É uma ideia aparentemente simples, que eu chamo de ‘skateterapia’, pelos resultados positivos que ele traz para quem usa”, diz Heverton de Freitas. Uma ideia aparentemente simples está tornando a vida de crianças com deficiência mais alegre. É o projeto de skate adaptado para pessoas com deficiência, desenvolvido em uma parceria entre a Prefeitura de Curitiba e a iniciativa privada, lançado nesta Doze crianças que estudam na Escola Estadual Nabil Tacla testaram o equipamento. A ideia é permitir que a criança com deficiência motora possa usar o skate, presa por um colete atado a um cabo de aço, esticado entre dois postes, que permite a movimentação com segurança. A iniciativa, inédita, tem a participação da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude em parceria com a empresa Anjuss. Já existiam ideias semelhantes, com a utilização de gaiolas, mas o projeto da Prefeitura tem a vantagem de proporcionar maior liberdade ao praticante. “É mais um projeto que torna a cidade mais inclusiva, mais humana, uma cidade que respeita as diferenças e tem um olhar diferenciado para crianças com deficiência. É uma ideia simples, relativamente barata, permitindo que estas crianças tenham uma atividade que, normalmente, a condição delas não permitiria. O sorriso delas já valeu qualquer custo deste projeto”, diz Fruet. O equipamento foi concebido com o intuito de recreação, mas também pode funcionar como um aparelho de fisioterapia, melhorando as condições de pessoas com restrições de locomoção. “O projeto vinha sendo estudado há mais ou menos dois anos e conseguimos finalizá-lo, a partir da parceria com a Prefeitura. É uma ideia aparentemente simples, que eu chamo de ‘skateterapia’, pelos resultados positivos que ele traz para quem usa”, diz Heverton de Freitas, skatista que ajudou a desenvolver o projeto. A ideia também tem o apoio das secretarias municipais do Meio Ambiente, da Pessoa com Deficiência e da Educação “É uma alegria ver meu filho se divertindo, podendo fazer uma coisa que, normalmente, não iria conseguir. É algo que ele gosta. Ele costuma andar de skate em casa, mas sentado. Achei esta ideia maravilhosa”, disse Thais Cristina Kraag Galvão, mãe Tiago, de 5 anos. O secretário municipal do Esporte, Lazer e Juventude, Aluísio Dutra Júnior, informa que o equipamento será incorporado às atividades do Ciclolazer, que acontece aos domingos, na Praça Nossa Senhora de Salete. Fonte: bemparaná Fonte: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/author/portalassistivaitsbrasil/

Leitor de telas gratuito NVDA completa 10 anos e nova versão é lançada:

NVDA 2016.2 A versão 2016.2 do NVDA já está disponível e chega junto com a comemoração dos dez anos de criação do leitor. A criação do NVDA teve início em meados de 2006, pelo jovem australiano cego Michael Curran que na época cursava bacharelado em Ciência da Computação. Há muito tempo ele vinha percebendo as distorções e mazelas que cerceavam o acesso das pessoas cegas, mais especificamente no campo tecnológico, principalmente quando teve que comprar um leitor de tela comercial, e então vários problemas ficaram claros para Curran: o alto custo financeiro para se adquirir um leitor de tela; questões de ordem técnica de produção dos leitores, que não levavam em contas as particularidades dos usuários; aspectos morais e éticos, onde injustamente as pessoas cegas tinham de providenciar sozinhas os meios necessários e arcar com os custos das soluções assistivas. Em vista disso, decidiu abandonar a faculdade e se dedicar à criação de um leitor de tela para Windows, que fosse gratuito, que qualquer pessoa pudesse contribuir para sua melhoria e adaptabilidade, que fosse aberto a novas ideias e seguisse um “design” de fácil entendimento. Foi então que surgiu o NVDA. A nova versão do NVDA, a 2016.2, traz como destaque a funcionalidade de anunciar os erros ortográficos à medida que se escreve, e a possibilidade de reportar os erros gramaticais no Microsoft Word, bem como várias melhorias e correções no suporte ao Microsoft Office. No caso de erros ortográficos em campos de edição, se o anúncio deles estiver ativado, e se for suportado pelo campo de edição em uso, o NVDA reproduzirá um som para alertar um erro ortográfico cometido ao escrever. Isto pode ser desativado com a nova opção “Tocar som para erros ortográficos ao digitar” nas Opções de Teclado do NVDA. Já no Microsoft Word, os erros gramaticais agora são anunciados. Isto pode ser desativado na nova opção “Anunciar erros gramaticais” na Formatação de documentos das preferências do NVDA. Outras funcionalidades atribuídas ao NVDA nessa versão incluem: • no Microsoft Excel, o NVDA agora anuncia o nível de um grupo de células, bem como se estão expandidas ou recolhidas; • ao pressionar duas vezes o comando para anunciar a formatação do texto (NVDA+f), é apresentado um diálogo, com possibilidade de navegação pelas informações; • no Visualizador de Registo é possível agora gravar o documento usando o comando Control+s; • nos navegadores web, usando a navegação por caractere, conhecida também como “navegação rápida”, a opção mover por anotações (a e shift+a) agora também move para texto inserido e apagado. Por fim, nesta versão o NVDA mudou de sintetizador, migrando do eSpeak para o eSpeak NG, proporcionando uma voz mais leve e mais fácil de ser compreendida, fazendo com que cada vez menos os usuários do NVDA tenham que partir para um sintetizador alternativo por conta da baixa qualidade do nativo. Se desejar saber mais sobre as novidades desta versão, abra o NVDA, atualize para a versão 2016.2 e, já na nova versão, vá até “Manual” e em seguida acesse a opção “Novidades”. Fonte: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/author/portalassistivaitsbrasil/

SMS de Emergência para Surdos

SMS de Emergência para Surdos: entenda a ação da Polícia Militar que tem como ponto de cadastro na Capital a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. Nas outras cidades, o cadastro será feito nos postos da Polícia
Militar.
Fonte: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo

CÃO-GUIA: QUANTO VALE O SEU OLHAR?

Os cães-guia são grandes aliados dos deficientes visuais. No entanto, no Brasil há apenas 100 cães-guias enquanto que existem 6 milhões de deficientes visuais. Para conscientizar a população da importância dos animais para os deficientes visuais, nós do Instituto Iris de Responsabilidade e Inclusão Social criamos esta campanha de financiamento coletivo. O IRIS precisa de recursos para treinar e doar cães-guia destinados para as pessoas que irão aposentar os amigos caninos em breve. Junte-se a nós e colabore para transformar a vida de deficientes visuais! Clique no menu ao lado e contribua com esta campanha! Nós estamos trabalhando a captação de recursos para poder atender mais pessoas. Na lista de espera do Instituto há quase 3 mil pessoas aguardando para ter um cão desses. Para criar um cão-guia, os animais ainda filhotes passam por uma seleção de personalidade, e somente depois fazem o treinamento que dura cerca de 12 a 18 meses. Um cão-guia se aposenta depois de 8 anos, e precisamos de novos cães para amparar os deficientes visuais que ficaram sem este grande auxílio. Contamos com o seu kick! Quanto mais apoio conseguirmos, mais pessoas poderemos atender. Clique ao lado e contribua! Participar é muito, muito fácil. São dois passos: 1. Escolha o valor da sua contribuição e sua recompensa ao lado 2. Escolha a forma de pagamento, boleto ou cartão de crédito (parcele em até 6x com parcela mínima de R$ 25). Kickante é um site seguro e é um dos maiores sites de crowdfunding do mundo arrecadando fundos para causas nobres no Brasil afora e tirando muito projeto sensacional do papel. Um cão-guia é um cão altamente treinado e capacitado para auxiliar e guiar o seu dono. São vários os motivos que tornam o cão-guia um meio de locomoção eficiente para as pessoas  com deficiência visual. E dentre esses benefícios , destacamos: • Segurança, independência e liberdade. • Maior velocidade e desenvoltura na locomoção. • Estabelecimento de uma direção (ponto de partida e destino final) reta e direta. • Antecipação de obstáculos. • Caminhada interrompida em qualquer mudança de elevação. • Designação do melhor caminho. • Desvio de obstáculos incapazes de serem detectados pela bengala, como fios estendidos e telefones públicos, entre outros. • Identificador de pontos de referência importantes, como escada, portas, elevador e cadeiras. Além de todos esses benefícios apontados acima, o cão-guia proporciona a inclusão social pelo simples fato de cativar e aproximar as pessoas. A lealdade do animal é a garantia de um fiel companheiro, que tornará a rotina de seus donos mais feliz e produtiva. Além de emprestar seu olhar cuidadoso, o cão-guia ainda promove a inclusão social do seu dono! O Instituto IRIS, organização que treina e doa cães-guia para pessoas com deficiência visual, tem um grande desafio pela frente e espera contar com o seu apoio! Os cães-guia são seres iluminados que emprestam o olhar cuidadoso para que a pessoa possa caminhar com autonomia, liberdade e segurança. Depois de aproximadamente oito anos de dedicação ao trabalho, eles precisam se aposentar. Esse é o momento do cão curtir uma vida mais compatível com as condições de sua idade. Na "aposentadoria", ele pode permanecer com o dono, mas não deve mais trabalhar. O IRIS precisa de recursos para treinar e doar cães-guia destinados para as pessoas que irão aposentar os amigos caninos em breve. Para saber mais sobre como ajudar, acesse a página do Instituto IRIS nos links abaixo desta campanha. No nosso site, você terá acesso a mais informações sobre o trabalho do IRIS, além de assistir a um vídeo muito bacana sobre o incrível trabalho realizado pelos cães-guia. Contribua com qualquer valor a partir de R$10 e nos ajude a espalhar essa campanha! Participe! A hora é agora! Contribua com CÃO-GUIA: QUANTO VALE O SEU OLHAR? Saiba mais sobre o criador desta campanha: Facebook | Twitter | Instituto IRIS | Instagram Conheça quem está a frente desta campanha Instituto Iris   Instituto Iris Você pode ajudar acessando o link da fonte desta matéria: http://www.kickante.com.br/campanhas/cao-guia-quanto-vale-o-seu-olhar

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Conped divulga resultado da eleição de representantes da sociedade

07 de Julho de 2016 , 11:40 Está disponível o resultado do processo seletivo que definiu as entidades e instituições da sociedade civil que vão compor o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Minas Gerias (CONPED/MG) no período de 2016 – 2018. Participaram entidades e instituições de reconhecida atuação na promoção, defesa e garantia dos direitos da pessoa com deficiência no Estado de Minas Gerais, que concorreram a dez vagas, sendo duas para cada segmento de atuação (pessoas com deficiência auditiva, visual, física, intelectual e mental), além de uma vaga para entidade prestadora de serviços na área de habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência e uma entidade representante de profissionais especializados na habilitação. Confira o resultado: http://www.social.mg.gov.br/conped/images/Publicacoes/resultado_seletivo.pdf A ata da reunião está disponível no site do Conped: http://www.social.mg.gov.br/conped/ Fonte: Secretaria estadual De direitos humanos participação Social e e Cidadania: http://www.direitoshumanos.mg.gov.br/index.php/component/gmg/story/2678-conped-divulga-resultado-da-eleicao-de-representantes-da-sociedade

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Proposta amplia limite de renda mensal para financiar tecnologia assistiva

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4752/16, das deputadas Simone Morgado (PMDB-PA) e Mara Gabrilli (PSDB-SP), que amplia de 10 para 20 salários mínimos
o limite de renda mensal do tomador de empréstimo de bancos federais para financiamentos de bens e serviços de tecnologia assistiva (destinada a pessoas com deficiência).
Esses bens e serviços ampliam ou proporcionam habilidades funcionais, permitindo uma vida menos dependente às pessoas com deficiência e o acesso a canais de comunicação.
São exemplos de recursos de tecnologia assistida: brinquedos e roupas adaptadas, softwares e hardwares especiais, que contemplem questões de acessibilidade, dispositivos
para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, aparelhos de escuta assistida, auxílios
visuais e materiais protéticos.
Atualmente a Lei 10.735/03, que criou o Programa de Incentivo à Implementação de Projetos Sociais (PIPs), estabelece o limite de renda mensal do tomador de empréstimo
em dez salários mínimos.
De acordo com as deputadas, o teto de dez salários mínimos era condizente com a situação econômica do País em 2003. “Diante da defasagem salarial e do aumento da
inflação, julgamos que o adequado seria elevá-lo para 20 salários mínimos, dada a importância desta medida para o aumento da inclusão social”, afirma o documento.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição
e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara
Fonte: https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/author/portalassistivaitsbrasil/

terça-feira, 5 de julho de 2016

Viver sem Limite: Conheça a portaria e as tecnologias...

Tecnologia Assistiva no Programa Viver sem Limite
A TA foi instituída em 16 de novembro 2006 pela portaria nº 142 do Comitê de Ajuda Técnicas (CAT) estabelecido pelo Decreto nº 5296 no âmbito da Secretaria Especial
dos Direitos Humanos da Presidência da República na perspectiva de aperfeiçoar, dar transparência e legitimidade ao desenvolvimento da TA no Brasil. Em 2012 a Presidência
da República lança o Programa Nacional Viver sem limite com características de uma política pública, interministerial e interssetorial destinada a melhoria de qualidade
de vida das pessoas com deficiência, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Buscando atender segundo dados do IBGE 2010 – 45.606.048 milhões de pessoas que declararam
ter pelo menos uma das deficiências investigadas o que corresponde a 23,9% da população brasileira.
O Programa Viver sem Limite tem como um de seus objetivos a inclusão social das pessoas, o que o caracteriza como modelo “social” inclusivo:
O Programa Viver sem Limite foi construído com inspiração na força e no exemplo das próprias pessoas com deficiência, que historicamente estiveram condenadas à
segregação. Trata-se de um conjunto de políticas públicas estruturadas em quatro eixos: Acesso à Educação; Inclusão social; Atenção à Saúde e Acessibilidade. Cada
ação presente nesses eixos é interdependente e articulada com as demais, construindo redes de serviços e políticas públicas capazes de assegurar um contexto de
garantia de diretos para as pessoas com deficiência, considerando suas múltiplas necessidades nos diferentes momentos de suas vidas.
Esta é uma nova estratégia que levou em conta as demandas do movimento das pessoas com deficiência. Apresenta avanços na promoção dos direitos humanos, tendo sido
consagrado no Plano Viver sem Limite: novas metodologias e tecnologias trazem a noção que tudo faz sentido desde que as pessoas com deficiência não sejam objeto,
mas a razão. Este é o modelo social, conquistado pela força do movimento que não pode ter volta. É o modelo que visa ampliar a autonomia e o gerenciamento da própria
vida das pessoas com deficiência”.
O Plano Viver sem Limite lançou, por intermédio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), instituído pela portaria n. 139, de 23 de fevereiro de 2012,
o Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNRTA), vinculado ao Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), em Campinas.
Saiba mais sobre o Plano Viver Sem Limite:
http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/acoes-e-programas/publicacoes/arquivos/campanha-viver-sem-limi

Curitiba lança jogo que permite vivenciar experiências de pessoas com deficiência

Nada como se colocar no lugar do outro para entender suas dificuldades e potencialidades. Esta é a ideia por trás do Alter, um jogo on-line lançado nesta terça-feira
com o propósito de educar sobre a importância do respeito aos direitos das pessoas com deficiência e também permitir a elas o uso de uma ferramenta de entretenimento
dotada de recursos de acessibilidade. O jogo é resultado de uma parceria entre o Conselho Municipal e a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência
de Curitiba, e foi lançado numa cerimônia com a presença do prefeito Gustavo Fruet.
“Alter” é um prefixo de origem latina que significa “outro”. Assim, o nome do jogo resume seu objetivo: permitir uma experiência virtual semelhante à experimentada
no dia a dia por pessoas com deficiência. Disponível na internet (http://bit.ly/AlterGame), o game atribui ao jogador uma deficiência diferente em cada fase. Para
avançar, ele precisa vencer barreiras arquitetônicas, de comunicação e outras.
Outra característica do jogo – desenvolvido pela empresa Curitiba Racional Games – é o fato de contar com recursos de acessibilidade, o que permite seu uso por
pessoas com diferentes tipos de deficiência.
A conclusão de cada fase mostra ao jogador que é possível ultrapassar barreiras quando tornamos o ambiente acessível. A mensagem final, que será lida por quem concluir
todas as etapas, é: “Igualdade de Oportunidades. Infinitas Possibilidades. #SOMOSMUITOS – temos os nossos direitos”. Desta forma, o Alter está em sintonia com a
última definição de pessoa com deficiência da Convenção da ONU – na qual o meio é responsável por delimitar a deficiência.
“Parabenizo todos os envolvidos nesta inovação, que utiliza a tecnologia a favor da inclusão e da acessibilidade. Essa é uma preocupação permanente na nossa gestão.
Não é possível construir uma cidade mais humana sem inclusão”, disse o prefeito Gustavo Fruet.
Para a secretária municipal dos direitos da Pessoa com Deficiência, Mirella Prosdócimo, o game vai contribuir para ampliar a conscientização. “O Alter proporciona
a experiência de se colocar no lugar do outro. Ele mostra que as pessoas com deficiência enfrentam suas barreiras e que elas não as impedem de viver. É um convite
para conhecer e viver experiências incríveis”, disse a secretária.
Para o diretor técnico da Racional Games, Danilo Olympio, o Alter tem um diferencial importante em relação a outros jogos com recursos de acessibilidade: “Em geral,
nesses jogos os recursos são pensados ao longo do desenvolvimento. O Alter foi projetado com o desafio de ser acessível e inclusivo. É um advergame diferente, interativo,
divertido e funcional”, destacou Olympio, que participou do projeto ao lado de Vinício Adamante, diretor artístico da Racional Games; Bruno Kovalski, diretor executivo,
e Elton Zolet, diretor de controladoria.
Durante o processo de criação, a direção artística utilizou recursos manuais para conferir maior humanização ao jogo. Personagens e elementos como gramado, flores,
árvores, entre outros, foram primeiro desenhados em papel vegetal e pintados à base de tinta a óleo.
O game atribui ao jogador uma deficiência diferente em cada fase. Para avançar, ele precisa vencer barreiras arquitetônicas, de comunicação e outras.O game atribui
ao jogador uma deficiência diferente em cada fase. Para avançar, ele precisa vencer barreiras arquitetônicas, de comunicação e outras.
Campanha
O Alter se encaixa na categoria “advergame”, que alia um jogo a uma campanha. Nesse caso, o game faz parte da segunda fase campanha do Conselho Municipal dos Direitos
da Pessoa com Deficiência. Intitulada “Não é privilégio, é direito”, a campanha já obteve mais de 8 milhões de usuários no Facebook e 37 milhões de impactados na
mídia de forma espontânea em dezembro de 2015. O Conselho investiu R$ 83 mil na campanha, com recursos do Fundo Municipal de Apoio ao Deficiente (FAD).
Curitiba é uma das poucas cidades brasileiras a contar com recurso financeiro para a política municipal direcionada à pessoa com deficiência. O FAD, criado pela
Lei 7.982 de 1992, é mantido com 5% da arrecadação do EstaR – Estacionamento Regulamentado de Curitiba – e com recursos oriundos de emendas parlamentares destinadas
a entidades não governamentais que atuam na área.
“Cada vez mais o CMDPCD trabalha em ações que promovem a inclusão, o protagonismo, e discute soluções para melhorar o meio da cidade para as pessoas com deficiência.
O Alter vai propiciar um experiência diferente”, comentou o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Fábio Marcassa.
Juliana Lucca dos Santos, de 17 anos, tem baixa visão e participou no lançamento do advergame. “Ficou interessante e acessível, permitindo que pessoas como eu,
com baixa visão, consigam aproveitar. Recomendo”, disse.
O jogo
O jogo se passa em uma civilização situada em meio à floresta. O jogador precisa percorrer um caminho para passar de fase. Durante o percurso, ele encontra diversas
barreiras arquitetônicas, comunicacionais e instrumentais.
Em cada fase o personagem tem uma deficiência: intelectual, física, auditiva, visual e o TEA – transtorno do espectro do autismo. Para cada fase o cenário propõe
uma experiência sensorial diferente, trabalhada por meio de recursos de sound design, animação, de acordo com grau de dificuldade dos obstáculos.
Ao concluir todos os objetivos, a mensagem passada é de que todas as pessoas têm o direito de exercer sua plena cidadania, pois com ou sem deficiência, com maior
ou menor grau de dificuldade, todas são capazes.
Raio x do Alter
GÊNERO – O game consiste no gênero adventure, modo Single Player, no qual o jogador assume o papel de um ou mais protagonistas de uma história, realizando a interação
pela exploração e da resolução de puzzles.
USABILIDADE – O jogo foi desenvolvido sob as diretrizes internacionais de acessibilidade e utilizando a Engine do software Unity 3D, o qual resulta em arquivos
que utilizam HTML 5 e Javascript para o seu funcionamento na versão web. Está disponível sob a forma de aplicativo para os dispositivos móveis. Para garantir a
acessibilidade a pessoas com deficiência, o jogo conta com os seguintes recursos:
– Speech Recognition: o usuário pode executar todos os comandos do jogo pela fala.
– Audiodescrição: todas as telas são descritas para o usuário, de modo que, havendo a deficiência visual total ou parcial, ele possa se situar no ambiente do jogo
e realizar as ações por meio do Speech Recognition;
– Alto contraste: usuários com baixa visão têm a opção de adaptar todo o jogo para um visual com elementos em alto contraste, destacando o personagem e elementos
que são fundamentais para uma experiência completa.
PLATAFORMAS – O game poderá ser jogado em desktops e notebooks em navegadores modernos com o plugin da Unity instalado: Google Chrome, Mozilla Firefox e Apple Safari.
Em dispositivos móveis, o game estará disponível para download do aplicativo, gratuitamente, para Android ou IOS.
GAMEPLAY/ MENU PRINCIPAL – Ao iniciar uma nova partida, o jogador deve escolher se deseja jogar o game em sua versão original ou em uma de suas versões adaptadas,
as quais garantem a acessibilidade à pessoas com deficiência física ou com deficiência visual (pessoa cega ou com baixa visão)?.
CUSTOMIZAÇÃO DE AVATAR – Definida a versão desejada, o jogador é levado a uma tela em que ele deve fazer a customização do seu avatar, escolhendo uma dentre todas
opções disponíveis para: – Cor de pele; com ou sem cabelo; cor de cabelo. Uma vez que o game tem o apelo da experiência sensorial, com o jogador no papel de protagonista,
é de suma importância que ele possa personificar a si mesmo pelo avatar, projetando-se de fato na vivência de cada tipo de deficiência.
MECÂNICAS GERAIS – Para alcançar os objetivos propostos no game, cada personagem possui uma mecânica própria, apresentada abaixo:
PERSONAGEM 1 – PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL/ PESSOA COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA /PESSOA COM AUTISMO. Em desktops e notebooks, o jogador utiliza as setas do teclado
para realizar a movimentação 360º?do personagem. Em dispositivos móveis, utiliza o touch na tela e o personagem se move até o local selecionado.
PERSONAGEM PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA – Em desktops e notebooks, o jogador utiliza as setas esquerda e direita do teclado para realizar a rotação do personagem?.
Caso possua um mouse conectado, utiliza o wheel para realizar a movimentação para frente ou para trás (de ré)?. Caso não possua, utiliza o scroll ?padrão do notebook.
Em dispositivos móveis, utiliza o drag na tela e o personagem se move até o local selecionado.
PERSONAGEM PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL – Em desktops e notebooks, o jogador utiliza as setas do teclado para realizar a movimentação 360º do personagem, orientando-se
no espaço pelo som, e audiodescrição. Em dispositivos móveis, utiliza o touch na tela e o personagem se move até o local selecionado.
MECÂNICAS DE ACESSIBILIDADE – Ao escolher a versão adaptada apropriada, pessoas com deficiência física ou com deficiência visual (pessoa cega ou com baixa visão)
também podem ter acesso ao game. Para alcançar os mesmos objetivos propostos, os personagens possuem mecânicas específicas para cada tipo de deficiência:
PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA – Na versão adaptada para pessoas com deficiência física, toda a mecânica de movimentação do personagem é realizada por comandos de
voz?. O game informa ao jogador as opções disponíveis em cada situação, e ele responde com o comando de voz desejado.
PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL – Na versão adaptada para pessoas com deficiência visual, toda a mecânica de movimentação do personagem é realizada por comandos de
voz?. O game faz toda a leitura da tela em que o jogador se encontra, para que ele possa visualizá-la mentalmente, e assim reforçar as associações feitas com os
sons. Em seguida, informa ao jogador as opções disponíveis em cada situação, e ele responde com o comando de voz desejado
Fonte: Bem Paraná
Fonte: https://assistivaitsbrasil.wordpress.com/