Total de visualizações de página

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Tecnologia: SANSUNG CRIA O AUDIOGUIA ROCK EXHIBITION: APLICATIVO PARA AUDIODESCRIÇÃO

Descrição da imagem: Na foto está bruno máximo que está assentado em uma poltrona. Criado para proporcionar acessibilidade e levar cultura a um maior número de pessoas, o aplicativo
Audioguia Rock Exhibition é uma audiodescrição da exposição “Nirvana: Taking Punk to the Masses”, que utiliza técnica linguística especializada, traduzindo imagens em palavras e fazendo com que as pessoas cegas ou com alguma deficiência visual possam, por meio de uma narrativa objetiva, ampliar o entendimento sobre as obras culturais. A primeira parte do Audioguia Rock Exhibition traz instruções sobre o uso para um melhor aproveitamento por parte do usuário. Em seguida, os áudios são listados em sequência para que as pessoas possam percorrer toda a exposição, desde a entrada principal, até a saída do local, com explicação total das peças exibidas e o contexto em que elas se apresentam. A ferramenta contém, ainda, informações de como chegar e contato para caso de dúvidas. O aplicativo Audioguia Rock Exhibition pode ser baixado gratuitamente por meio do Google Play ou da App Store, para aparelhos Android e iOS. Audioguia Rock Exhibition: Detalhes da exposição A mostra está dividida em seis setores: 1 – Introdução Apresentação dos integrantes da banda: Kurt Cobain como cantor e guitarrista, Krist Novoselic como o baixista e o intenso baterista Dave Grohl. 2- Construindo a Infraestrutura: Dedicado a explicar as transformações musicais durante o final da década de 1970 e detalhar a nova cena underground. Como as bandas se formam e divulgaram suas músicas, mesmo não tendo recursos suficientes, e como a indústria se adapta à essa nova demanda. Neste setor encontram-se algumas peças interessantes, como um grande gráfico que explica este novo movimento musical e também uma parede de discos das bandas underground da época. O visitante é convidado a ouvir, conhecer ou relembrar algumas das músicas mais tocadas. 3 – O Noroeste Underground: Explica a origem do Nirvana, que tem sua primeira formação em 1986. O Noroeste Pacífico dos EUA, uma região interiorana, estava destinado a ser o núcleo da origem do movimento grunge e também o berço de uma das mais conhecidas bandas do mundo. Há ainda mais uma parede de discos nesta ala da exposição composta por uma playlist bem peculiar de bandas underground desconhecidas. 4 – Grande Vitrine e bandejas: A grande vitrine se encontra no centro da exposição, abrangendo todos os setores. Nela o visitante vai encontrar roupas, fotografias, objetos pessoais e documentos. 5 – Legado: Dedicado a explicar aos visitantes que mesmo após a morte do Kurt Cobain o Nirvana deixa um legado extenso, e que continua a ressoar dentro da cena musical contemporânea. Artefatos como uma fotografia de um garoto vestindo uma camiseta com a foto de Kurt Cobain em um grande festival de rock anos após sua morte é uma imagem que comprova esta realidade. 6 – Unplugged: Ao sair do setor Legado, o visitante encontra em uma sala onde um único grande televisor transmite pequenos documentários e entrevistas sobre toda esta explosão do Nirvana. Ao final, o show “Unplugged” passa para relembrarmos de uma época rica em musicalidade e rebeldia. Criada pela Dançar Marketing, com concepção de Pedro Bianco, a Samsung Rock Exhibition é uma plataforma completamente inédita no mercado do entretenimento e live marketing. Sendo a 1º série da América Latina, o projeto traz exposições exclusivas, nacionais e internacionais, que convidam o público a mergulhar no universo criativo da música, moda e de astros da cultura pop. Patrocinada pela Samsung, em parceria do Ministério da Cultura e com realização do Instituto Dançar, a Samsung Rock Exhibition compõe as atividades do calendário 2017 da plataforma Samsung Conecta, que tem por objetivo oferecer experiências únicas na música e no esporte para os consumidores brasileiros. Depois de uma bem sucedida temporada no Rio de Janeiro, a mostra fica em cartaz em São Paulo, no Lounge da Bienal (Parque Ibirapuera), até o dia 12 de dezembro. Organizada pelo Museu de Cultura Pop em Seattle (MoPOP), sob curadoria de Jacob McMurray, a exposição retrata parte da história da revolucionária banda, eternizada no Hall da Fama do Rock e também da cidade de Seattle, onde a banda ganhou o mundo e virou o epicentro cultural e musical da geração da década de 1990. A expectativa de público é alta, bem como a perspectiva dos fãs, que aguardam ansiosamente para regressar ao passado e entrar novamente na década das camisas xadrezes de flanela. São mais de 200 peças entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais e cartazes, desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais. Serviço SP – Lounge Bienal Pavilhão Ciccillo Matarazzo End.: Avenida Pedro Álvares Cabral, Portão 3 – Ibirapuera – zona Sul – São Paulo – SP. De 12 de setembro até 12 de dezembro Horários de funcionamento: de terça a sexta, das 10h às 19h// sábados, domingos e feriados, das 10h às 20h. Ingressos: R$25,00 de terça a quinta-feira R$35,00 de sexta a domingo Classificação: 16 anos Fonte:
Sansung NewsRoom

sábado, 16 de setembro de 2017

Periferia: panorama de acessibilidade na zona urbana de Três pontas(Ou a falta dela)

Texto em parceria com o portal Sintonize aqui.
Descrição das fotos: Nas fotos são mostradas as ruas com várias valas. Imagens: Bruno maximo. Hoje venho trazer pra vocês mais um pouco das coisas que precisamos mudar no nosso município, no que tange a acessibilidade. Três pontas com os seus mais de 56000 Moradores, ainda é um município muito carente, quando o assunto é acessibilidade.
e quando a coisa é nos bairros mais carentes? o panorama é assustador; Vocês sabiam que 90% das pessoas com deficiência moram nas periferias? Então: nós moramos na maioria dos casos nos bairros mais afastados da região do centro, e consequentemente, sofremos as piores privações quando o assunto é o direito de ir e vir.
vocês sabem porquê vocês não encontram tantas pessoas com deficiência nas ruas? Pela falta de acessibilidade; Hora, como uma pessoa com mobilidade reduzida poderá trafegar por calçadas que não possuem rampas, ou espaço suficiente para uma cadeira de rodas poder passar.
Sou morador de um dos maiores bairros aqui da cidade de Três pontas que é o bairro Aristides Vieira. e por aqui não existem rampas, muito menos acessibilidade. o que encontramos por aqui são várias valas entre um quarteirão e o outro, Valas que atrapalham na mobilidade de um cadeirante, ou de qualquer pessoa que for distraída ou com problemas de locomoção.
As madames que gostam de usar salto alto também! Hora, já pensou se você está caminhando e do nada o seu pé agarra em uma dessas valas? A
prefeitura disse que isso é para escoar água da chuva, mas quando chove a coisa piora; Simples: pois quando chove, a rua inunda pois essas valas transbordam, e fica praticamente impossível atravessar de um quarteirão para o outro.
Nas praças, não tem acessibilidade; mas ouve ao menos uma tentativa que quase deu certo, e que só não deu certo por não fazerem a rampa para os cadeirantes de forma nivelada. Ou seja: na altura e dimensão correta. Não podemos nos calar! Gostaria que a gente falasse do seu bairro? Entre em contato com a gente!