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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Oportunidade: Empresa oferece serviços para crianças com TEA e outras síndromes

A JUJUBA é uma empresa que oferece serviços e materiais pedagógicos para crianças e adolescentes com dificuldade de aprendizado, autismo (TEA) e outras síndromes. Com o objetivo de levar informação e aprendizado por meio de serviços e produtos e contribuir para que essas pessoas e suas famílias tenham uma vida mais independente, autônoma e integrada à sociedade, prezando pela acessibilidade, pela conscientização social e pela formação de uma comunidade atuante, unida e acolhedora. “Tudo começou com um sentimento de gratidão, e depois uma ideia. Pensei: por que em vez de fazer tudo isso somente para minha filha não faço para mais gente? Seria uma forma de agradecer a Deus todas as condições que eu tive de melhorar a qualidade de vida da Ju.”, explica Carol.A, idealizadora do projeto. Carol percebeu que sua filha Júlia tinha dificuldade de aprendizagem logo nos primeiros anos de vida, buscou ajuda na área de neurologia.  Foram muitos os diagnósticos e o autismo era sempre uma possível resposta para os sintomas, mas nunca a conclusiva. Em meio essa busca, ela teve a oportunidade de conviver com grandes especialistas e pesquisadores que a ajudaram, e decidiu dividir sua experiência e seus conhecimentos com outra família através da Jujuba. A Jujuba não fornece consultoria nem serviços nas áreas médicas ou jurídicas, somente informações gerais sobre autismo, como um serviço à comunidade. As informações não substituem as orientações dos profissionais das áreas de saúde, jurídica ou educacional. Para conhecer os produtos e serviços ou saber mais, acesse: http://www.juju.ba/ Fonte: Revista incluir: http://revistaincluir.com.br/noticia-1871_empresa-oferece-servicos-para-criancas-com-tea-e-outras-sindromes

Vamos?: Instituições culturais participam da 7ª Virada Inclusiva com programação especial

Instituições da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo participam, nos dias 3 e 4/12, da 7ª edição da Virada Inclusiva, iniciativa que realiza atividades culturais, esportivas e de lazer voltadas à inclusão da pessoa com deficiência. A Virada Inclusiva é coordenada pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e conta com extensa programação gratuita e acessível para deficientes visuais, auditivos e físicos em todo o Estado de São Paulo. Confira os detalhes da programação: BIBLIOTECAS Biblioteca de São Paulo Sábado, dia 3 11h00 às 12h30 – Oficina de Artes Por meio do movimento, da música e das artes visuais, os participantes irão produzir desenhos, inspirados na natureza. A atividade contará com audiodescrição para deficientes visuais e pessoas com baixa-visão, além da Língua Brasileira de Sinais, para deficientes auditivos. Indicado para crianças de 6 a 14 anos. 11h00 às 13h00 – Jogos para todos! Oficina de xadrez: Os participantes aprendem as regras, os movimentos das peças e algumas táticas do xadrez, além de disputar partidas. Pessoas com deficiência visual dispõem de tabuleiros adaptados. 16h00 – Hora do conto Mirella Estelles e Amarilis Reto narrarão O pássaro encantado, conto de tradição oral.  Atividade será narrada em português, com tradução em Libras. 14h30 às 16h30 – Sarau na BSP A atividade, que envolve literatura, canto e poesia, será com o Grupo de Poetas Cantores e Declamadores Independentes de São Paulo. Domingo, dia 4 11h00 às 12h30 – Oficina de Artes Por meio do movimento, da música e das artes visuais, os participantes irão produzir desenhos, inspirados na natureza. A atividade contará com audiodescrição para pessoas com deficiência visual e baixa-visão, além da Língua Brasileira de Sinais, para surdos. Indicado para crianças de 6 a 14 anos. 16h00 – Hora do conto O Grupo Mãos de Fada narrará O pequenino grão de areia, do grupo Girasonhos. A contação será em Libras com interpretação para o Português. Biblioteca Parque Villa-Lobos Sábado, dia 3 11h00 às 13h00 – Segundas Intenções O convidado do mês, para um bate-papo com o público é o escritor Lira Neto, especialista em biografias. Já escreveu livros sobre diversas personalidades como Castello Branco, Maysa e uma trilogia sobre Getúlio Vargas. O bate-papo será realizado na Oca e terá interpretação em Libras. 15h00 às 17h00 – Jogos para todos! Oficina de xadrez: os participantes aprendem as regras, os movimentos das peças e algumas táticas do xadrez, além de disputar partidas. Pessoas com deficiência visual dispõem de tabuleiros adaptados e também podem jogar. 15h30 às 17h00 – Viagem Gastronômica A atividade que mistura gastronomia com literatura homenageará o escritor mineiro Guimarães Rosa. No encontro será explorada a genialidade literária do autor sob o olhar dos costumes alimentares dos personagens de sua obra no sertão de Minas Gerais. O programa ainda dá dicas de como preparar os pratos: canjiquinha com costelinha de porco, doce de mamão, doce de goiaba e bom-bocado de mandioca, que os participantes terão a oportunidade de degustar no final da atividade. A atividade terá interpretação em Libras. 16h00 – Hora do conto O Grupo Mãos de Fada narrará Cinderela Surda, de Carolina Ressel, Fabiano Rosa e Lodenir Karnopp. A contação será em Libras com interpretação para o Português. Domingo, dia 4 16h00 – Hora do conto O Grupo Êba narrará Maria vai com as outras, de Sylvia Orthof. Contação será em português com interpretação em Libras. Museu Afro Brasil Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Parque Ibirapuera - Portão 10 (acesso pelo portão 3) - São Paulo Telefone (11) 3320-8900 - www.museuafrobrasil.org.br Horário de funcionamento de terça-feira a domingo, das 10h às 17h, com permanência até às 18hs. Museu do Futebol Endereço: Praça Charles Miller, s/nº - Estádio Paulo Machado de Carvalho - Pacaembu - São Paulo-SP Telefone (11) 3664-3848 - www.museudofutebol.org.br Funcionamento: terça a sexta-feira, das 9h às 17h (Bilheteria até às 16h). Sábados, domingos e feriados das 10h às 18h (bilheteria até às 17h) Pinacoteca do Estado de São Paulo Endereço: Praça da Luz, 02 – Luz, São Paulo – SP Telefone: (11) 3324-1000 - www.pinacoteca.org.br Quarta a segunda das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h) Museu de Arte Sacra de São Paulo Endereço: Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo – SP Telefone (11) 3326.3336 –  www.museuartesacra.org.br De terça a domingo, das 9h às 17h Memorial da Resistência de São Paulo Endereço: Largo General Osório, 66 – Luz - Auditório Vitae – 5º andar Telefone: (011) 3335-4990/ faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10 às 18h. Biblioteca de São Paulo Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 2.630 – Estação Carandiru do Metrô – Linha Azul Telefone: (11) 2089-0800 Funcionamento: terça a domingo e feriados, das 9h30 às 18h30 horas. Biblioteca do Parque Villa-Lobos Endereço: Av. Queiróz Filho, 1.205, Alto de Pinheiros. Telefone: (11) 3024-2500 Funcionamento: terça a domingo, das 9h30 às 18h30 Para conhecer a programação cultural de todo o estado, acesse a plataforma SP Estado da Cultura – www.estadodacultura.sp.gov.br.  Fonte: Revista Incluir: http://revistaincluir.com.br/noticia-1867_instituicoes-culturais-participam-da-7-virada-inclusiva-com-programacao-especial

Pelo Brasil: São Paulo sedia Paralimpíadas Escolares

Começou nesta quarta-feira, 23/11, em São Paulo, as Paralimpíadas Escolares 2016. Com mais de 900 atletas de 12 a 17 anos competindo, o evento será uma verdadeira peneira de talentos para formar a delegação brasileira que disputará o Parapan de Jovens, em março, também na capital paulista. As provas das Escolares 2016 seguem até sexta-feira, 25, em oito modalidades: atletismo, bocha, futebol de 7, goalball, judô, natação, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas.   Para os treinadores e coordenadores das modalidades paralímpicas em disputa na edição 2016, o grande número de inscritos possibilita a detecção de atletas novos com mais facilidade. Para isso, prestam atenção em diferentes fatores. "O desempenho é importante. Mas como são muito jovens, também se desenvolvem muito rápido. Então quando tem um bom perfil de classe, nada todas as provas, levamos esses atributos em consideração na hora de formar uma equipe", opina Leonardo Tomasello, técnico-chefe da Seleção Brasileira de natação paralímpica.   E como ainda há vagas para o grupo do Parapan de Jovens, a chance de ter atletas desta Escolar nas Seleções juvenis em março é alta. "A gente olha se tem o estilo, um biotipo de um bom esportista. Não estamos aqui só para convocação. Nosso objetivo é detectar futuros talentos. Mas acho que daqui vai sair o grosso que vai disputar o Parapan de Jovens", disse Amaury Veríssimo, técnico da Seleção de atletismo.   Outro treinador que veio às Escolares com objetivo de buscar esportistas jovens foi Wagner Melo, técnico na Seleção de jovens de futebol de 7. "Nossa intenção é renovar a Seleção principal, então é importante ver esses novos jogadores. Há quatro vagas abertas para o Parapan e o objetivo é preencher com novidades. Nossa procura maior é com jogadores de linha. Acho que um para cada setor será ideal para o Parapan", contou Melo. Fonte: Revista incluir: http://revistaincluir.com.br/noticia-1870_sao-paulo-sedia-paralimpiadas-escolares

domingo, 20 de novembro de 2016

Pelo Brasil: Alunos de MT desenvolvem projeto de bengala ultrassônica para cegos

Equipamento deve virar um protótipo, que alerta sobre obstáculos na rua. Alunos cursam ensino técnico no Senai de Várzea Grande. Do G1 MT Alunos do ensino técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, criaram uma bengala ultrassônica para cegos. O equipamento, que deve virar um protótipo, irá alertar os deficientes visuais sobre obstáculos na rua. A ideia foi apresentada na 13ª Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI), que foi realizada na Arena Pantanal, em Cuiabá. Além da bengala, uma jovem da mesma unidade de ensino levou até o evento o projeto de uma pulseira médica de baixo custo que mede os batimentos cardíacos. A bengala ultrassônica - que funciona com o auxílio de um celular e um fone de ouvido - foi desenvolvida pelos alunos do curso técnico de eletrotécnica Cleiton Amaro dos Santos, Felipe Dias e João Paulo Francisco de Oliveira e pela aluna de logística Mariana Cristina Bispo da Silva. A ideia dos jovens foi concebida em um evento interno da escola. A missão dos alunos era pensar em uma alguma inovação que pudesse melhorar a vida de pessoas deficientes ou com algum tipo de problema médico. Felipe Dias explicou que o projeto consiste em equipar uma bengala comum com um sensor ultrassônico, que captura a distância entre objetos, um ardoino, que irá processar a informação do objeto se aproximando e mandará um sinal de vibração para o aparelho celular utilizado pelo cego. Com o fone de ouvido, ele saberá a distância que está do obstáculo. De acordo com Felipe, o próximo passo é construir esse protótipo e realizar testes para que os pontos fracos do projeto sejam observados. Ele ainda defendeu que tudo isso surgiu por que para os alunos a ideia é uma forma de “tentar ajudar as pessoas que têm algum tipo de dificuldade de locomoção. Eu já vi deficiente caindo na rua porque o movimento da bengala falhou. Nada mais justo do que tentar de alguma forma melhorar a vida dessas pessoas”. Pulseira visa diminuir o número de pessoas com ataque do coração que ficam sem socorro (Foto: Carlos Palmeira/ G1) A pulseira médica está sendo desenvolvido por Bruna Tavares Francisco, que é aluna do curso técnico de manutenção e suporte técnico em informática no Senai. A jovem contou que a intenção é “diminuir o número de pessoas com ataque do coração que ficam sem socorro”. A pulseira funcionaria junto com um aplicativo de celular e ficaria medindo os batimentos cardíacos do usuário. Assim que os batimentos estivessem em um número considerado crítico, o aplicativo mandaria automaticamente uma mensagem para o serviço de saúde. Meu avô morreu de um ataque fulminante do coração. Essa pulseira de baixo custo poderia ter salvado a vida dele, acredito eu" Bruna Tavares Francisco, aluna do Senai Além dos benefícios práticos da ideia, outro aspecto do objeto seria o baixo custo e a segurança da portabilidade do equipamento. Bruna argumentou que já existem dispositivos parecidos no mercado, mas disse que eles custam em média R$ 1 mil e que por isso são muito visados por assaltantes. A versão da jovem está programada para ser constituída de silicone e o preço deverá ficar por volta dos R$ 200. Parte da concepção do projeto teve um aspecto pessoal, relatou a aluna. “Eu penso que esse pode ser um negócio que pode melhorar e mexer muito com a vida das pessoas. Meu avô morreu de um ataque fulminante do coração. Essa pulseira de baixo custo poderia ter salvado a vida dele, acredito eu”, disse. Bruna disse que a experiência de expor o equipamento ao público lhe trouxe muitos benefícios. Essa é a primeira vez que ela realizou atividade parecida e o medo inicial das críticas se tornou em  crença de que ela seria uma boa oportunidade de testes para o futuro da pulseira. “Eu comecei a enxergar isso [a exposição da ideia para o público] como uma coisa extremamente positiva. A sugestão de algumas pessoas, que às vezes nem são da área, te ajudam muito a melhorar a ideia. Já me sugeriram, por exemplo, uma funcionalidade offline para a minha pulseira, que hoje é uma negócio que ela não tem. A partir de agora vou começar a pensar nessa possibilidade”, defendeu. A professora de eletrotécnica, mecatrônica e automação Jenifeer Duarte, coordenadora dos dois projetos, ressaltou a importância dos jovens participarem de experimentos práticos e científicos. Para ela, esse tipo de vivência gera aos alunos um incontável legado. “A gente e até eles próprios descobrem uma capacidade de pensamento analítico e de proatividade que nem eles imaginavam que tinham. Os que seguem com o projeto em frente, ficam tão motivados a aprender mais, a se informar mais que acabam melhorando em todos os aspectos”, defendeu. Fonte: G1 Mato Grosso: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2016/11/alunos-de-mt-desenvolvem-projeto-de-bengala-ultrassonica-para-cegos.html

terça-feira, 15 de novembro de 2016

praticidade e vida independente: Jovem cria 'luva' que identifica obstáculos e avisa deficientes visuais

Protótipo está sendo testado em Palotina, na região oeste do Paraná. Equipamento identifica objetos que estiverem acima da cintura da pessoa. Do G1 PR, com informações da RPC Cascavel Um jovem de Palotina, no oeste do Paraná, está desenvolvendo um protótipo que identifica obstáculos e avisa deficientes visuais. O equipamento é usado na mão e se assemelha a uma luva. Adonis Araújo de Oliveira, de 21 anos, começou a desenvolver o protótipo há dois anos, durante o trabalho de conclusão do curso de Desenvolvimento de Sistemas. "Eu não queria fazer uma coisa comum, queria fazer algo diferente. Pesquisando, encontrei um dispositivo que auxiliava deficientes visuais, decidi fazer aquilo e implementei algumas mundaças que achei que seriam interessantes para melhorar o projeto", conta. A "luva" usa sensores eletrônicos para identificar obstáculos que estiverem acima da cintura da pessoa, porém não substitui o uso de bengala. "Ele emite um sinal no ambiente. Quando esse sinal encontra um objeto ele retorna para o sensor em forma de eco e realiza a emissão de um alerta sonoro de acordo com a distância que está do objeto", explica o jovem. O equipamento está sendo testado pelo vizinho de Adonis, o bibliotecário Leandro Furtado. "Eu acho que vai me ajudar bastante. Eu não tenho nem palavras para falar o quanto vai ser útil para os deficientes. Para mim será um espetáculo", ressalta. O equipamento está em fase de teste e deve passar, ainda, por alterações. "O próximo passo é deixar menor e melhorar a autonomia da bateria também", comenta Adonis. Fonte: G1PR: http://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2015/09/jovem-cria-luva-que-identifica-obstaculos-e-avisa-deficientes-visuais.html?utm_source=facebook

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Inclusão Três pontas completa a marca de mais de 10000 acessos: tem presente!

Inclusão Três pontas Completa a marca de mais de 1000 Acessos: e quem ganha o presente, é você leitor, confira! Atingimos No dia de Hoje a marca de mais de 10000 Acessos: Queremos agradecer a todos os nossos leitores por nos dar o privilégio da sua preferência. Então o Blog Inclusão três pontas, está fazendo uma pesquisa de que forma podemos presentear vocês! Pode nos dar um momento da sua atenção? Link de pesquisa: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSemMa_Wu-vvzw7RHebX7l5jlWJEZ8b2KUKjtf7XdRBZhugz9A/viewform

Pelo Brasil com informações do Portal Vitória: Deficiente visual cai em bueiro de Vitória e receberá R$ 10 mil de indenização

Segundo o processo, o homem caiu após tropeçar em um bueiro quebrado enquanto passava pela calçada de uma maternidade da região e, por conta da queda, sofreu várias escoriações Folha Vitória Redação Folha Vitória A decisão foi divulgada pelo Tribunal de Justiça. Foto: Divulgação A justiça determinou que o município de Vitória deverá pagar indenização no valor de R$ 10 mil por danos morais a um homem com deficiência visual que caiu em bueiro localizado no bairro Forte São João.    De acordo com as informações processuais, em outubro de 2013, enquanto caminhava pela Rua João Bosco, o homem, enquanto passava pela calçada de uma maternidade da região, tropeçou no bueiro, que estava com a tampa quebrada. Por conta da queda, o autor sofreu várias escoriações. Em sua contestação, a Prefeitura disse que a manutenção dos bueiros, neste caso, seria de responsabilidade da Cesan. No entanto, o juiz entendeu que “o dever de manter os bueiros, localizados em vias de circulação devidamente tampados, de modo a evitar acidentes com veículos e pedestres, está mais afeto ao serviço de conservação das ruas municipais”. Link da matéria: http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2016/11/deficiente-visual-cai-em-bueiro-de-vitoria-e-recebera-r-10-mil-de-indenizacao.html

Imperdível: WORKSHOP SOBRE AUDIODESCRIÇÃO NO ITAÚ CULTURAL

Com informações do Blog da áudio descrição. O Itaú Cultural promove em dezembro a segunda edição do "Entre Arte e Acesso", evento que tem como tema acessibilidade, arte e cultura. As atividades reúnem artistas com diversos tipos de deficiência e de diferentes áreas de expressão para explorar os universos da arte e da cultura sob o viés da acessibilidade. Nesta edição, destaque para o Workshop sobre audiodescrição com Zoe Partington. Na programação, além de mesas de debate, performances, apresentações de música, dança e teatro, acontecem workshops dedicados a artistas e profissionais interessados em audiodescrição. O Workshop sobre audiodescrição Será ministrado por Zoe Partington, artista e uma das diretoras da Architecture Inside Out (AIO) – organização que desenvolve arte em colaboração com artistas com deficiência a fim de explorar a acessibilidade em lugares públicos. Ela defende que conteúdos visuais podem excluir parte do público e questiona como transformar imagens e informações em palavras que as descrevam e passem o mesmo significado que chega às pessoas que podem enxergá-las. Workshop sobre audiodescrição com Zoe Partington A artista Zoe Partington ministra o workshop sobre audiodescrição Na atividade, o objetivo é explorar as diversas opções de audiodescrição. Em um primeiro momento, Zoe fará uma explicação teórica e conceitual sobre os fundamentos e princípios da audiodescrição e, em seguida, os participantes serão instruídos a desenvolver abordagens para descrever diferentes tipos de trabalho, como peças de teatro, filmes e exposições. Para participar, é preciso se inscrever pelo e-mail atendimento@itaucultural.org.br até o dia 22 de novembro. Há 30 vagas disponíveis e os selecionados serão divulgados no dia 1º de dezembro. Workshop sobre audiodescrição com Zoe Partington sexta 9 e sábado 10 de dezembro de 2016 10h às 13h piso -2 30 vagas disponíveis [Inscrições até terça 22 de novembro pelo e-mail atendimento@itaucultural.org.br.] Fonte: Itaú Cultural Com informações do blog da áudio Descrição. Link da matéria Fonte secundária: http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2016/11/workshop-sobre-audiodescricao.html

Pelo sul de minas: Em Três pontas: Rio 2016 Doa Bens Adquiridos Para A Realização Dos Jogos; Apae De Três Pontas Está Entre As Entidades Beneficiadas

Com Informações do Portal Sintonize Aqui: www.sintonizeaqui.com.br 11 de novembro de 2016 Por Arlene Brito. É grande a expectativa da Apae de Três Pontas quanto à chegada de cinco climatizadores que tornarão salas de aula ainda mais confortáveis. Os aparelhos são um presente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos – Rio 2016 e foram conseguidos pela equipe apaeana, que está sempre atenta às boas oportunidades. Apae de Três Pontas completa 43 anos 20 Coordenador de Comunicação e do SUS da Apae de Três Pontas e Conselheiro Regional Sul II das Apaes, Nuno Augusto Alves acompanhado da Diretora Rozilda Gama De acordo com o Coordenador de Comunicação e do SUS da Apae de Três Pontas e Conselheiro Regional Sul II das Apaes, Nuno Augusto Alves, passado o evento esportivo, o Comitê decidiu doar milhares de bens adquiridos para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos – dentre eles, materiais de escritório, móveis, equipamentos de informática e de esporte. A iniciativa, conforme divulga o Comitê, tem como objetivo promover a vida útil desses itens, potencializando assim, o legado dos Jogos. Para determinar as entidades aptas a receber as doações, o Rio 2016 estabeleceu as pessoas jurídicas que poderiam pleitear as doações, baseando-se em três normas: Lei Federal nº 12.780/2013, Lei nº. 6.423/2013, do Estado do Rio de Janeiro e Convênio ICMS nº. 133/08. Entre os possíveis beneficiários estão organizações da sociedade civil que são vinculadas à prática do esporte, à assistência social, ao desenvolvimento social, à proteção ambiental ou à assistência da criança e do adolescente. Foi aqui que a Apae de Três Pontas se cadastrou. “Enviamos toda a documentação e por atendermos aos critérios fomos agraciados com os climatizadores. Isso mostra a seriedade do trabalho da nossa instituição, inclusive em relação às finanças”, comenta Nuno Alves.  Ainda de acordo com o Coordenador, a Apae reconhece a importância da iniciativa e parabeniza o Comitê Rio 2016 por impedir que os bens pereçam sem utilização e também por ajudar o próximo através de uma distribuição justa e transparente. apae-rio-2016 (A apae de Três Pontas completa 43 anos Finaliza. Arlene Brito Jornalista formada pelo Centro Universitário do Sul de Minas (Unis-MG). Atuou em praticamente todos os órgãos de imprensa de Três Pontas (MG): TV Cidade, Rádio Três Pontas, Jornal Tribuna, Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal, Jornal Correio Trespontano e agora está à frente do site Sintonizeaqui. Indicada para compor a equipe de assessoria de imprensa do Governo de Minas Gerais (2003/2010), optou por continuar em sua Terra Natal registrando os principais fatos e acontecimentos e, assim, ajudar a escrever a história do Município conhecido internacionalmente como a Capital da Música e do Café. Fonte: http://www.sintonizeaqui.com.br/rio-2016-doa-bens-adquiridos-para-a-realizacao-dos-jogos-apae-de-tres-pontas-esta-entre-as-entidades-beneficiadas/

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Encontro de Reabilitação busca soluções para promover inclusão:

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a Rede de Reabilitação Lucy Montoro, promove a partir desta sexta-feira dia 11/11, às 8 horas, o Encontro de Reabilitação da Rede Lucy Montoro. O evento acontece até 13/11, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo (SP) com palestras, cursos e debates entre profissionais de saúde com o objetivo de promover maior a qualidade de vida às pessoas com deficiência no processo de reabilitação. Avanços científicos calcados em pesquisa sobre áreas relativas à saúde e reabilitação da pessoa com deficiência, como amputados, dor incapacitante, esporte adaptado, lesão medular, órteses e próteses, planejamento terapêutico baseado em metas funcionais, prescrição em cadeira de rodas e termografia serão debatidos por profissionais especializados ao longo do evento. Durante os três dias de evento acontece o TOM São Paulo 2016, que propõe a elaboração de projetos/protótipos capazes de aperfeiçoar ajudas técnicas já existentes ou de criar novas soluções, viáveis e replicáveis, para as pessoas com deficiência. A iniciativa reunirá engenheiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, designers, profissionais de TI, arquitetos, entre outros, além do próprio público-alvo do projeto, as pessoas com deficiência, na discussão da viabilidade de implantação dessas propostas. Entre os convidados, estarão especialistas de diversas instituições de ensino e pesquisa do Estado, de diferentes áreas de atuação Para mais informações, acesse : http://www.redelucymontoro.org.br/encontrodereabilitacao/  ou http://tom-sp.sedpcd.sp.gov.br/ Fonte: Revista incluir: http://www.revistaincluir.com.br/noticia-1850_encontro-de-reabilitacao-busca-solucoes-para-promover-inclusao

Notícia: Vivo anuncia atendimento inovador a surdos.

A Vivo realiza testes internos para promover atendimento acessível a pessoas surdas a partir de 2017. A empresa implantará o primeiro aplicativo de atendimento ao cliente com mediação de um intérprete de Libras via smartphones e tablets. O cliente poderá agendar atendimento com antecedência e será apoiado na comunicação com a central de atendimento por um intérprete de Libras. Atualmente, a legislação prevê obrigatoriedade do atendimento a surdos, mas o recurso adotado são as conversas via chat. No entanto, estatísticas indicam que 70% da população com deficiência auditiva no Brasil – cerca de 9 milhões de pessoas segundo o último censo do IBGE –, não utiliza a língua portuguesa. A comunicação entre os surdos-mudos fica restrita ao grupo que tem a mesma deficiência ou a familiares que conhecem Libras, configurando uma espécie de isolamento social. “Ao oferecer atendimento com intérprete garantimos às pessoas com deficiência auditiva o direito de exercer sua autonomia e cidadania. É mais um benefício viabilizado pela tecnologia e a transformação digital”, diz o vice-presidente de Qualidade e Atenção ao Cliente da Vivo, Ciro Kawamura. A data de lançamento do serviço ainda não está definida, mas a plataforma já está em fase de testes com funcionários. O projeto prevê desenvolvimento de sistemas, treinamento e integração. Fonte: Revista incluir: http://www.revistaincluir.com.br/noticia-1851_vivo-anuncia-atendimento-inovador-a-surdos

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Pelo País: Juíza condena Banco do Brasil a indenizar cego Em 40000 Reais: Confira!

Banco do Brasil deverá reparar consumidor com deficiência visual ANA FLÁVIA CORRÊA DA REDAÇÃO O Banco do Brasil deverá indenizar o cuiabano R.R.S., que possui deficiência visual, no valor de R$ 40 mil, por danos morais, em razão de ter sido discriminado em uma das agências da instituição bancária. A decisão, do dia 4 de outubro, é da juíza Tatiana Colombo, da 6ª Vara Cível de Cuiabá. No processo, R.R.S. relatou que em outubro de 2014 foi até sua agência do Banco do Brasil, acompanhado pela sua esposa e filho, para abrir uma conta poupança ao seu filho, no intuito de receber um auxílio do órgão em que trabalha. Resta caracterizada a falha na prestação do serviço e, por consequência, o ato ilícito O cliente afirmou que o banco se negou a abrir a conta e exigiu uma procuração registrada em cartório por pessoa sem deficiência para a abertura da conta. Segundo o deficiente, este fato lhe causou "sofrimento, sentimento de inutilidade e vergonha", pois ele se sentiu discriminado perante os demais consumidores que aguardavam o atendimento. Ele afirmou, ainda, que é capaz de praticar todos os atos da vida civil, mesmo com sua deficiência. No processo, ele requereu que sua conta fosse aberta sem a necessidade da procuração registrada em cartório e, ainda, a indenização no valor de R$ 40 mil. Por outro lado, o banco alegou que o atendimento em questão ocorreu de acordo com as políticas estabelecidas e que não houve a violação de lei ou contrato. A instituição afirmou que a agência possui profissionais qualificados para melhor atendimento dos consumidores e que R.R.S. não comprovou os danos morais sofridos. No entanto, o Banco do Brasil solicitou que, em caso de condenação, seja observada a condição econômica do requente. Constituição A juíza Tatiane Colombo relatou que o fato de o Banco do Brasil exigir a procuração registrada por pessoa sem deficiência visual para abertura da conta fere a principal garantia da Constituição Federal, que é a dignidade da pessoa humana. “É de saber público e notório que pessoas sem nenhuma deficiência não necessitam registrar a mencionada procuração”, afirmou Colombo. Juíza Tatiane Colombo A juíza Tatiane Colombo, autora da decisão A magistrada afirmou que caberia à instituição, ao invés de requerer a procuração, disponibilizar ao consumidor um contrato para abertura de conta em braile ou um preposto especializado para que as informações do contrato fossem esclarecidas em voz alta ao cliente. “A adoção destes métodos nos contratos bancários estabelecidos com consumidores deficientes visuais, como na espécie, consubstancia o único modo de conferir-lhes tratamento isonômico aos demais consumidores, pois os deficientes visuais terão liberdade de fazer suas próprias escolhas, com a devida acessibilidade à comunicação e à informação”, explicou. Tatiane Colombo entendeu que o ato do banco dificultou o acesso à comunicação e às informações essenciais aos indivíduos nesta condição. "Uma vez que a instituição financeira impôs obstáculos na realização do serviço, bem como, não garantiu a acessibilidade do deficiente visual de forma adequada, resta caracterizada a falha na prestação do serviço e, por consequência, o ato ilícito”, afirmou a magistrada. Quanto à alegação do banco de que o atendimento ocorreu de acordo com as políticas estabelecidas, Colombo afirmou que “se tratar deficientes visuais de modo discriminatório for política da empresa, entendo que o banco requerido deve revê-la, a fim de garantir a dignidade da pessoa humana”. Desta forma, a condenação no valor de R$ 40 mil, segundo ela, é uma punição ao banco por não cumprir a legislação vigente e desrespeitar os consumidores Fonte: MidiaNews http://www.midianews.com.br/judiciario/juiza-condena-banco-do-brasil-a-indenizar-cego-em-r-40-mil/279768

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Pelas Américas: Conheça a jornalista argentina Verónica González Bonet, a única âncora de TV com deficiência visual

Ela nasceu há 38 anos na Argentina e é mãe de gêmeos de 5 anos, Ignacio e Nahuel e de Lautaro, de 7 meses de idade. Ela mora na província de San Martín, Buenos Aires. verogperiodista Verónica González Bonet. Photo via Twitter Verónica González Bonet é a única jornalista de televisão na Argentina e na América Latina cuja deficiência visual não tem sido um empecilho para seu desenvolvimento profissional. No final de setembro, a jornalista foi convidada pelas Nações Unidas (ONU) para o Fórum Social sobre Deficiência e Direitos Humanos realizado em Genebra, na Suíça. Neste evento, Bonet falou sobre sua experiência profissional como jornalista. "Meu discurso foi sobre a relação das pessoas com deficiência, com informação, seja como consumidoras, como parte das notícias ou, dado o meu trabalho, como produtoras", explicou González sobre o fórum, em conversa com o Centro Knight. Ela acrescentou que foi interessante contar o que acontece nos bastidores da mídia, os desafios de trabalhar na TV quando se tem uma deficiência e como abordar tópicos do ponto de vista jornalístico. González Bonet recebeu vários prêmios nacionais reconhecendo seu trabalho jornalístico. Em 2012, a jornalista ganhou o Prêmio Lola Mora por passar "uma imagem de uma mulher que desafia estereótipos de gênero" na coluna, ou segmento especial, que apresenta na principal estação de televisão estatal. Em 2013, González Bonet ganhou o prêmio Isalud na categoria Comunicação e Saúde Individual por suas reportagens sobre deficiência. Em 2015, recebeu também o Prêmio Mario Bonino da União de Trabalhadores da Imprensa de Buenos Aires (UTPBA na sigla em espanhol). "Bonino foi um jornalista que foi morto por suas investigações, por isso foi uma honra receber um prêmio que leva o seu nome, que também me foi dado por colegas jornalistas. Foi muito forte, e estava na companhia de colegas militantes dos direitos humanos, da minha família. Além do orgulho dos meus filhos", disse uma González emocionada. González trabalha desde 2009 como jornalista no Canal 7 da televisão pública argentina na capital, abordando gênero e deficiência. Até fevereiro deste ano, González apresentava um segmento especial ao vivo no programa Televisión Pública Noticias, no canal estadual. No entanto, com a nova administração do canal, suas reportagens são transmitidas com o resto do noticiário, sem qualquer horário especial. "Eu acho que isso é bom, porque eles tratam as minhas reportagens como qualquer outra notícia, mas ao não mostrá-las em um dia específico, em um hora específico, as pessoas com deficiência interessadas ??podem perdê-las", disse González. A jornalista graduou-se em Ciência da Computação pela Universidade Argentina de la Empresa (UADE). Eventualmente, estudou Jornalismo em seu país de origem e depois se especializou em questões de gênero no Instituto Internacional José Martí em Havana, Cuba. Atualmente, ela está cursando Criminologia na Universidade Siglo XXI em Córdoba, Argentina, por correspondência. Foi trabalhando na área de reclamações da empresa de telecomunicações Telefónica - na gestão de bases de dados e no desenvolvimento de quadros estatísticos para a gerência - que González descobriu sua vocação jornalística. Em 2005, após participar de um programa de treinamento para jovens líderes latino-americanos com deficiência, ela liderou um projeto financiado pela Fundação Telefónica, a pedido de seus empregadores. González fez uma série de mini programas de rádio, que ela também produziu, com o objetivo de aumentar a conscientização pública sobre a forma como a mídia mostra as pessoas com deficiência. "Descobri, quase sem saber, que o que eu gostava era de trabalhar na mídia e comecei a estudar o campo", admitiu González. Quando chegou a hora de buscar estágios em jornalismo, González enfrentou muitos preconceitos por causa de sua deficiência visual. "Eu tinha trabalhado em empresas de desenvolvimento de sistemas e não tinha encontrado tanta resistência quanto na mídia, que muitas vezes tem um discurso cheio de palavras como inclusão, direitos humanos, igualdade de oportunidades, etc.", disse. Nesse sentido, encontrar emprego como jornalista foi um desafio para González, que apesar de sua cegueira nunca frequentou escolas especiais. Por isso, ela destaca que as possibilidades que uma pessoa com deficiência tem para se desenvolver têm muito a ver com ambiente a seu redor, a família, a renda e o incentivo recebido, entre outras coisas. "No meu caso, acho que eu não seria como sou se não fosse pela minha família: tenho pais muito envolvidos na minha educação, uma mãe que é professora e duas irmãs e um irmão mais velhos que sempre me trataram como uma deles", disse González. Antes de trabalhar na televisão estatal, a jornalista passou por uma agência de notícias sobre a infância, onde ganhou muita experiência no campo. Isso a fez se sentir mais segura de suas habilidades profissionais. Para González, trabalhar na televisão significa "ser capaz de contrariar muitos preconceitos sobre pessoas com deficiência". Uma das principais ferramentas utilizadas por González em seu dia a dia é o leitor de tela JAWS. Ela também usa o software de leitura de tela do iPhone. Para editar os vídeos de suas reportagens, ela usa o programa VLC. A jornalista escreve em Braille com placa e caneta, e também trabalha em seu computador. A produtora do programa, Ambar Rusi, geralmente a ajuda e outros integrantes da equipe de pesquisa contribuem na localização de material visual. "Nós também temos trabalhado com questões de deficiência nas notícias por quase sete anos e isso significa que temos um banco de imagens variadas para as reportagens", disse ela. Bonet também gerencia o seu próprio blog, onde publica sobre questões sociais a partir de uma perspectiva mais pessoal. Além disso, González é membro ativo da Rede pelos Direitos das Pessoas com Deficiência (Redi), desde 2011. Ela também pertence à Rede de Jornalistas com Visão de Gênero da Argentina e recentemente se juntou ao Fórum Global sobre Mídia e Deficiência. A reconhecida jornalista argentina também dá palestras a colegas e ao público em geral sobre comunicação e deficiência, estereótipos de gênero, violência, inclusão social, busca de emprego, entre outros. No final de outubro, a jornalista deu uma palestra em seu escritório sobre como abordar questões de deficiência na mídia, de forma a padronizar critérios e tratar o tema corretamente e com respeito. Por exemplo, termos como "anão", "inválido", "aleijado" e "sofre de" não são apropriados para se referir a pessoas com deficiência, de acordo com as regras para jornalistas que González apresentou à Associação de Direitos Civis (ADC) e à Rede Regional para Educação Inclusiva (RREI). A deficiência é algo dinâmico, explicou González, porque é sempre baseado em um ambiente que coloca ou remove barreiras para as pessoas. Da mesma forma, a jornalista acrescentou que não é correto dizer que uma pessoa é deficiente, mas sim que ela têm uma deficiência como característica. Fonte: https://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/00-17728-conheca-jornalista-argentina-veronica-gonzalez-bonet-unica-ancora-de-tv-com-deficienci